Telecomunicações: ORANGE DIZ TER INVESTIDO ONZE BILIÕES DE FCFA DURANTE DOIS ÚLTIMOS ANOS NA GUINÉ-BISSAU

O Diretor-Geral do grupo Orange para Médio Oriente e África, Alioune Ndiaye,  anunciou em declarações aos jornalistas no passado dia 21 de dezembro 2018, que a filial que opera na Guiné-Bissau investiu uma soma de 11 (onze) biliões de Francos CFA nos últimos dois anos (2017/2018), no desdobramento e melhoria da rede de comunicações, para oferecer serviços de voz e dados à população do país.

A iniciativa de investir biliões de francos cfa para melhorar a qualidade dos seus serviços provém de uma decisão do Conselho de Administração da empresa e visa reforçar a sua implantação no continente africano. 

Para a sua visita de um dia, Alioune Ndiaye fez-se acompanhar do diretor-geral do grupo Sonatel [Guiné-Bissau, Guiné-Conakry, Mali, Senegal e Serra Leoa], e do delegado da Orange França (casa mãe) para zona Oeste Africana.

Durante a sua estada no país este CEO (DG) manteve reuniões com o Primeiro-ministro, Aristides Gomes e com responsáveis de instituições ligadas às telecomunicações no país, nomeadamente o titular da pasta de Transportes e Telecomunicações, e o presidente do Conselho de Administração da Autoridade Reguladora Nacional (ARN), em que apresentou às autoridades nacionais os projetos que a empresa pretende levar ao cabo na Guiné-Bissau.

Alioune Ndiaye, quadro senegalês que substituiu o francês Bruno Mettling a testa do holding OMEA desde maio de 2018, explicou ainda que a sua empresa defende igualmente a política de recorrer às competências africanas e locais para servir a empresa. Acrescentou que a Orange posiciona-se sempre como uma operadora multisserviços, tendo destacado os diferentes serviços fornecidos para além do serviço clássico das telecomunicações.

“Orange agora fornece o serviço financeiro denominado “Orange Money”, serviço de energia. E queremos posicionarmo-nos como uma operadora multisserviços. No concernente à Guiné-Bissau, nos próximos anos vamos continuar nesta dinâmica de investimento considerável, com o objetivo de aumentar a cobertura da rede no território nacional bem como melhorar o serviço de internet para a população guineense. Vamos também construir a nossa sede em Bissau, que para nós representa um símbolo forte de confiança na Guiné-Bissau”, contou.

Assegurou neste particular que está satisfeito com a visita efetuada aos funcionários da Orange Bissau, e as autoridades nacionais. Frisou que a visita visa inteirar-se dos trabalhos da empresa no país, mas também constituí uma ocasião para auscultar as autoridades guineenses e reafirmar a determinação e a vontade da sua empresa de tornar-se um parceiro na transformação digital na Guiné-Bissau.

“Desde a instalação da empresa na Guiné-Bissau, já investimos 46 biliões de Francos CFA para instalar a nossa rede com as tecnologias mais recentes, a fim de oferecer serviços de qualidade aos clientes, graças a vários serviços de que dispomos. O último é a Orange Money, que permite aos clientes fazer transferências de dinheiro e pagamentos de faturas”, espelhou.   

Refira-se que os funcionários da Orange Bissau ofereceram presentes “pano de pinte” ao director-geral da Empresa Orange para a África e Médio Oriente e aos elementos da sua delegação.     

 

 

 

Por: Assana Sambú     

One comment

  1. Cande disse:

    Empresa investiu 11 (onze) biliões de Francos CFA, mas ate agora comunicação esta muito horrível na guine-Bissau, principalmente aria de internet é muito péssima.
    Há muita falha nas redes de comunicação da Guine-Bissau, o preço esta muito elevado, qualidade péssima.
    Não sei se não tem controle de qualidade para esses empresa de comunicação, não só em modo geral.
    Porque povo não merece isso, salario baixo o custo da internet muito elevado, o Governo tem tomar medidas, pelo pelos diminuir custo da internet.

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