Figura da semana: SAMBA BARI LANÇA OBRA LITERÁRIA “A GUERRA DE BISSAU”

O escritor guineense, Samba Bari, apresentou no último fim-de-semana, em Londres, Inglaterra, a sua segunda obra literária intitulada “A Guerra de Bissau”, onde o autor fixa em memória, o conflito político-militar, a guerra civil de 7 de junho de 1998.

Antes de Londres, o também editor do portal ‘Rispito’ fez o lançamento oficial do livro em Portugal, num evento que contou com a presença do Embaixador da Guiné-Bissau, Hélder Vaz, sendo este uma das figuras referenciadas [numa entrevista ao jornal luso Público] na obra.

A primeira obra literária de Samba Bari foi “A Batalha dos Vivos” e nos finais de 2018, lancou “A Guerra de Bissau”, um livro que âncora a história da guerra civil travada na Guiné-Bissau em 1998.

BIOGRAFIA

Samba Bari nasceu em Fevereiro de 1969 na cidade de Bafatá, leste da Guiné-Bissau, onde fez o  ensino básico e complementar. Fez o curso de formação para juízes dos tribunais de Setor pela Faculdade de Direitos de Bissau, no ano lectivo 1993/94. 

Trabalhou como Juiz Presidente dos Tribunais de Setor – 5º Juízo de Bissau, Safim e Nhacra, de 1994 a 1997. Foi durante muitos anos colunista principal do Jornal estatal “Nô Pintcha”, acabando por ganhar a paixão de informar e de analisar.

Em 1998/99 deslocou-se para Portugal, onde concluiu o 12º ano de escolaridade  (Escola Secundária Padre Alberto Neto). Fez a formação superior em Relações Internacionais na Universidade Lusíada de Lisboa, entre 1999/2003. 

Em 2011, decidiu mudar-se de Portugal para o Reino Unido (Inglaterra), escolhendo a cidade de Manchester como espaço para viver. Após o golpe de Estado de 12 de Abril de 2012, criou um blog/site denominado ‘rispito’ com o objetivo de ajudar a passar informação e sensibilização da opinião pública guineense. 

Por: Sene Camará 

One comment

  1. O Nosso muito obrigado para o escritor, Dr. Samba Bari, que nos supriu mais uma vez com “alimento visual”, o nosso maior desejo é de continuar a ouvir cada dia que passa novas publicações bibliográficas dos nossos conterrâneos.
    O país foi empobrecido em termos políticos e econômicos, mas estes passos no campo cultura é grande motivo de orgulharmos de grandes progressos. Pois o país não avança somente nos dois aspectos anteriormente referidos.Por outro lado, o desenvolvimento cultural poderá resgatar aqueles sectores moribundos. Pois amor aos livros poderá trazer a mais valia, para a mudança da mentalidade do guineense mais novo e de modo a banir as velhas práticas interesseiras e corruptas.
    Conterrâneos talentosos, cririem mais obras, embora sem esperança de qualquer financiamento interno, mas o Deus o todo poderoso vai dar vos a sua mãozinha, de modo encontrarem possíveis meios, para efeitos de publicações bibliográficas.

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