Conferência de Tunis: EMPRESÁRIA SAMIA ZAIDAM PRESIDE A CÉLULA DE “CIFE GUINÉ-BISSAU”

A jovem empresária guineense, Samia Zaidam, foi indicada para presidir a Célula do Conselho Internacional das Mulheres Empresárias da Guiné-Bissau.

A cerimónia da criação da célula do “CIFE – GUINÉ-BISSAU” e consequente indicação da sua presidente, a empresária Zaidan, a presidente da Empresa “NSK. SA”, uma empresa do ramo do comércio geral e diversos, decorreu durante a Conferência Internacional das Mulheres Empresária realizada em Tunís, capital da Tunísia, a 19 de abril do ano em curso. 

O CIFE é uma organização fundada e presidida pela deputada tunisina Rachida Jebnoun, com a missão de encorajar e apoiar o empreendedorismo feminino e organização de manifestações económicas. O Conselho Internacional de Mulheres Empresárias tem uma célula regional e espalhada em diferentes países do continente africano. 

A cerimónia do processo da constituição da Célula do Conselho Internacional das Mulheres Empresárias da Guiné-Bissau foi dirigida pela presidente do CIFE, Rachida Jebnoun, disse na ocasião que o evento simboliza o alargamento da sua rede através das células em diferentes países e cuja a missão primordial para a consolidação da cooperação feminina entre a Tunísia e a Guiné-Bissau, em particular, e entre a Tunísia e a África em geral.

Salienta-se que a jovem empresária foi homenageada na cerimónia e encorajada para trabalhar na dinamização da célula no país em prol do bem-estar da organização e das mulheres empresárias guineenses.

Por: Assana Sambú

Foto: CEFI

3 comments

  1. Hamida Mrabet disse:

    Estamos orgullosos de nuestro nuevo Presidente en Guinea Bissau: hermoso, elegante e inteligente.

    • Sihem rezig kefi disse:

      La présidente du CIFE guinée bissau a honoré le #CIFE de sa présence, un grand potentiel à exploiter dans nos relations respectives.

  2. Natair Corrêa disse:

    Precisa -se criar uma liga também, se ainda não existe, das mulheres empreendedoras dos países da língua Portuguesa, assim países como Brasil e Portugal, poderiam ajudar muito o crescimento e organização dos negócios empresariais nos países menos favorecidos, principalmente os da África.

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