ONG ‘ENDA’ DETERMINADA NA REDUÇÃO DE DANOS CAUSADOS PELO USO DE DROGAS

A ONG ENDA Tiers-Monde está determinada na redução de danos nos usuários  de drogas injetáveis  e outros co-morbidades e promoção dos direitos humanos na Guiné-Bissau. A propόsito, atores comunitários  e profissionais  de saúde  estão reunidos de 13 a 17 de maio numa ação formativa enquadrada no reforço de capacidades  de competências aos profissionais de saúde e a vários atores comunitários que trabalham ligados a questão de drogas.

Jean Marie kipela representante de organização de saúde mundial (OMS) advertiu que a iniciativa de saúde para todos foi lançada em 2018 na conferência mundial de Astana sob a égide da OMS e dos parceiros da saúde, em que o princípio de abordagens referenciado constitui uma das estratégias rumo à cobertura universal da saúde.

Neste sentido, encorajou e felicitou os ativistas e responsáveis da ENDA Guiné-Bissau pela responsabilidade com que têm encarado as expectativas de resultados que o ‘’projeto PARECO’’ lhes confiou, assegurando que a OMS vai continuar sempre disponível não só em catalisar os resultados deste projeto na adopção das diretivas técnicas da migração do VIH/SIDA como de saúde mundial, mas também desenvolver a parceria para o desenvolvimento sanitário e o bem estar da população guineense.

Por sua vez, Mamadú Aliu Djaló, diretor nacional de ENDA, enfatizou que o último inquérito realizado no país mereceu preocupação com o modo de consumo e tipo de drogas que são consumidas no país, a idade de iniciação de consumo e local de consumo. Segundo disse, de acordo com o mesmo inquérito,  a maioria das pessoas inqueridas revela que a idade de iniciação de consumo é de 12 anos e  que os últimos estudos realizados de recolha dos dados no país indicam que a prevalência de VIH está em 6.5% nos usuários de drogas e a tuberculose é o grupo que apresenta prevalência de cifres mais elevados  e está em 7%.

De recordar que uma das missões desta organização não-governamental é ajudar na redução da pobreza, assegurando o acesso  a cuidados de saúde, a justiça social dos mais vulneráveis da população chave e em situação de risco.

Por: Carolina Djeme

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