GOVERNO INICIA DISTRIBUIÇÃO DE “ARROZ DE POVO” PARA FORÇAS ARMADAS E COMBATENTES

O Governo guineense iniciou esta quinta-feira, 16 de maio de 2019, a distribuição de arroz doado pelo governo da república popular da China, para as forças armadas  e aos antigos combatentes da liberdade da pátria. A operação de distribuição de trinta toneladas de arroz iniciada nas instalações do ministério da Defesa Nacional (QG) foi dirigida por José Biai, presidente da Comissão Nacional de Gestão e Distribuição do Arroz doado pela China.

Explicou na sua delcarações aos jornalistas que a comissão prevê 180 toneladas às Forças Armadas e 30 para os Antigos Combatentes.

 “Hoje vamos dar apenas 15 toneladas para cada uma das partes”, disse Biai, realçando que o arroz doado é resultado da boa cooperação entre dois países no que diz respeito a desenvolvimento económico e social da Guiné-Bissau, cujos destinatários são as camadas mais desfavorecidas. 

Segundo José Biai, as Forças Armadas foram integradas nas listas de beneficiários “porque são profissionais de defesa  e fazem parte das camadas  sociais com mais baixo salário”.

“O arroz será distribuído criteriosamente e vai devidamente aos destinatários”, garantiu.

Afirmou neste particular que nos últimos quatro anos a produção do arroz teve um crescimento significativo no país, mas lamenta o fato de persistir défice deste produto considerado a base da dieta alimentar dos guineenses.

Por sua vez, diretor-geral da logística e armamento do Ministério da Defesa, Joaquim Flinto, assegura que o arroz recebido será distribuído de acordo com as necessidades dos quartéis a base da orientação do General Biaguê Na N´tan, que constituirá uma comissão de distribuição.

O Democrata soube  de uma fonte militar que a comissão prevê fazer toda a distribuição de 1795 toneladas, que a polícia judiciária diz ter no armazém, até final deste mês. De acordo ainda com os dados apurados no terreno, já terão sido entregues cerca de 900 das 2638 toneladas recebidas da Embaixada da República Popular da China na Guiné-Bissau.

Por: Epifania Mendonça

Foto: E.M  

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