Tráfico de droga: PJ DETEVE CINCO SUSPEITOS, INCLUINDO UM EX-CAPITÃO DE EXÉRCITO COM CINCO QUILOS DE DROGA

A unidade nacional de combate à droga da Polícia Judiciária da Guiné-Bissau (PJ) deteve cinco suspeitos de tráfico da droga, incluindo um ex-capitão da unidade de infantaria do exército guineense, cinco quilogramas de cocaína pura e três automóveis, incluindo uma viatura prado, do lote oferecido de viaturas da mesma marca e modelo oferecido aos deputados da nação.

Os suspeitos do tráfico de droga e de rapto são todos cidadãos guineenses, alguns ligados às células de tráfico transnacional e com conexões com países da América latina. 

A operação que culminou na detenção desses suspeitos e dos seus materiais iniciou na semana passada, quando a PJ, através dos seus serviços de inteligência, tomou conhecimento do rapto de dois indivíduos no bairro de Antula e forçados a entrar numa viatura. A fonte da PJ informou que os dois jovens raptados em plena  luz do diaforam amarrados e levados para a floresta entre as localidades de Mansoa e Bissorã, região de Oio, norte da Guiné-Bissau.

“Essas pessoas foram torturadas com muita crueldade e o objetivo era forçá-las a revelar o local onde esconderam a droga ou dinheiro, caso não revelassem seriam mortos”, disse a fonte, acrescentando que a PJ ao perceber que se tratava de caso de negócio da drogas, acionou toda a sua unidade de investigação e pediu a colaboração das forças de segurança nas regiões.

A fonte avançou que os suspeitos, depois de terem obtido a informação sobre a localização da droga, regressaram à Bissau juntamente com os dois indivíduos raptados e foram diretamente para a residência de um dos indivíduos tendo sido intercetados e detidos pela PJ na Avenida Koumba Yalá, junto de uma estação de combustível que é a localidade mais próxima da residência de uma das vítimas de rapto.

POLÍCIA SUSPEITA ENTRADA DE CÉLULAS DE TRAFICANTES DA SUB-REGIÃO LIGADAS À AMÉRICA LATINA

… continuação (na edição impressa, nº 439 de 4 de novembro de 2021, disponível nas bancas)

Por: José Augusto Silva

Por: José Augusto Silva

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