{"id":17348,"date":"2018-06-23T12:23:36","date_gmt":"2018-06-23T12:23:36","guid":{"rendered":"http:\/\/www.odemocratagb.com\/?p=17348"},"modified":"2018-06-23T12:23:36","modified_gmt":"2018-06-23T12:23:36","slug":"diretor-geral-do-ibap-falar-da-biodiversidade-na-guine-bissau-nao-e-um-luxo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.odemocratagb.com\/?p=17348","title":{"rendered":"Diretor-geral do IBAP: \u201cFALAR DA BIODIVERSIDADE NA GUIN\u00c9-BISSAU N\u00c3O \u00c9 UM LUXO\u201d"},"content":{"rendered":"<p>[ENTREVISTA] O Diretor-geral do Instituto da Biodiversidade das \u00c1reas Protegidas afirmou que conservar a Biodiversidade na Guin\u00e9-Bissau \u201cn\u00e3o \u00e9 um luxo\u201d, porque o pa\u00eds n\u00e3o tem ind\u00fastrias que possam render economicamente e toda a sua economia, quer ao n\u00edvel local das comunidades de base quer ao n\u00edvel da sua macro economia, os produtos explorados da Biodiversidade (caj\u00fa, os recursos pesqueiros, a floresta e a pr\u00f3pria diversidade agr\u00edcola) s\u00e3o todos estes elementos a base da economia da Guin\u00e9-Bissau.<\/p>\n<p>Justino Biai destaca que foi nesta perspectiva que t\u00e9cnicos ligados ao setor e que t\u00eam trabalhado nesta \u00e1rea nunca pouparam esfor\u00e7os para acompanhar as mudan\u00e7as (c\u00edclicas instabilidades) que ocorrem a n\u00edvel dos decisores (dirigentes), para persuadi-los de que conservar a Biodiversidade na Guin\u00e9-Bissau \u201cn\u00e3o \u00e9 um luxo\u201d .<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>O Diretor-geral do IBAP afirmou que, comparativamente a outros pa\u00edses da sub-regi\u00e3o e do mundo, o aspeto da Biodiversidade na Guin\u00e9-Bissau est\u00e1 bem patente, ou seja, \u00e9 not\u00e1vel.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Em entrevista a jornal O Democrata, Justino Biai nega que algo tenha falhado na maior luta do IBAP que continua a ser a sensibiliza\u00e7\u00e3o das popula\u00e7\u00f5es bem como das estruturas do Estado quanto \u00e0 Biodiversidade. Todavia, deixa a possibilidade de haver insufici\u00eancia nos trabalhos de sensibiliza\u00e7\u00e3o e de n\u00e3o ter atingido significativamente o patamar que a institui\u00e7\u00e3o gostaria de ver consumado favoravelmente, porque existem valores que a Biodiversidade tem tanto para o bem-estar como para a economia do homem, mas que em grande medida s\u00e3o desconhecidos ou ignorados por muitos.<\/p>\n<p>\u201cNunca nos cansaremos. Vamos continuar a persuadi-los. Embora seja dif\u00edcil, sobretudo num pa\u00eds pobre, onde n\u00e3o se consegue resolver as necessidades b\u00e1sicas das popula\u00e7\u00f5es e pagar sal\u00e1rios aos funcion\u00e1rios p\u00fablicos, dificilmente vai-se priorizar a discuss\u00e3o a volta da Biodiversidade. Mas se refletirmos um bocadinho e tomarmos em considera\u00e7\u00e3o o caj\u00fa, o primeiro produto da economia nacional, e ainda compreendermos eficientemente que a castanha sem a Biodiversidade que o contorna, n\u00e3o poder\u00e1 ter a produtividade que tem, concluiremos que n\u00e3o podemos fugir da discuss\u00e3o sobre este setor, porque sustenta a nossa economia\u201d, detalhou.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Na sua observa\u00e7\u00e3o, o m\u00e9todo mais eficiente para que os trabalhos do IBAP cheguem \u00e0s popula\u00e7\u00f5es e ao Estado de forma eficiente seria o de intervir diretamente nas suas atividades do dia a dia, mostrando-lhes que a maioria da popula\u00e7\u00e3o guineense \u00e9 rural e que as suas atividades do campo dependem grandemente da chuva, da fertilidade do solo, da sa\u00fade dos ecossistemas e dos recursos pesqueiros.<\/p>\n<p>Neste sentido, alerta que se o pa\u00eds n\u00e3o tiver um ecossistema s\u00e3o e os seus recursos forem polu\u00eddos, n\u00e3o ter\u00e1 a pesca. Como tamb\u00e9m se os solos forem invadidos, como est\u00e1 a acontecer agora paulatinamente com os sacos pl\u00e1sticos, com certeza que a Guin\u00e9-Bissau continuar\u00e1 a ter problemas ambientais, porque a terra n\u00e3o ter\u00e1 a capacidade de infiltra\u00e7\u00e3o da \u00e1gua nem a cati\u00f4nica entre diferentes camadas de subsolo e as plantas semeadas, consequentemente, se o ar for polu\u00eddo, a popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o ter\u00e1 boa sa\u00fade. \u201cPortanto, s\u00e3o estes fatores que contribuem para que tenhamos boa produtividade agr\u00edcola\u201d.<\/p>\n<p>\u201cS\u00e3o fatores da Biodiversidade. Tanto o ar a \u00e1gua o sol assim como os elementos bi\u00f3ticos (as plantas e a fauna) que contribuem grandemente para que possamos continuar a ter a produtividade nas nossas lavras\u201d, acrescentou.<\/p>\n<p>JUSTINO BIAI: DECISORES DEVEM ULTRAPASSAR CERTOS IMPERATIVOS E DISCUTIR A BIODIVERSIDADE<\/p>\n<p>Quanto aos decisores (dirigentes), Justino Biai entende que h\u00e1 imperativos que devem ser ultrapassados pelos decisores, ou seja, p\u00f4r na mesa de discuss\u00f5es a contribui\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica da Biodiversidade, mostrar o quanto este setor vale economicamente e integr\u00e1-lo no Produto Interno Bruto (PIB)<\/p>\n<p>\u201cIsso j\u00e1 est\u00e1 acontecer em muitos pa\u00edses do mundo e a Guin\u00e9-Bissau tem que enveredar tamb\u00e9m por este caminho, porque muitas vezes, para os dirigentes ou decisores, o que conta \u00e9 a contribui\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica, a parte financeira. Mas a Biodiversidade contribui em grande medida para a nossa economia. Infelizmente, as pessoas n\u00e3o t\u00eam informa\u00e7\u00f5es precisas sobre isto, pelo que \u00e9 preciso trabalhar neste dom\u00ednio e mostrar o quanto o servi\u00e7o de ecossistema contribui para a nossa economia\u201d, avisou.<\/p>\n<p>N\u00e3o descarta, no entanto, a ideia de o IBAP ser inclu\u00eddo no Or\u00e7amento Geral do Estado como uma \u201ca outra face da moeda\u201d, por isso entende que o Governo n\u00e3o deve ficar a espera que venham de fora projetos dos parceiros bilaterais e multilaterais para permitir que a institui\u00e7\u00e3o esteja \u00e0 altura de sustentar estas necessidades, cumprir com a sua miss\u00e3o de gerir as \u00e1reas protegidas e seguir a Biodiversidade, sobretudo, amea\u00e7ada.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s eventuais amea\u00e7as ao Parque Natural de Buba e a sua poss\u00edvel extens\u00e3o como um Parque, o Diretor-geral do IBAP reconhece que de h\u00e1 um tempo a esta parte registaram-se algumas din\u00e2micas a que ningu\u00e9m se op\u00f5e, porque a Guin\u00e9-Bissau precisa desenvolver-se, mas deve ser um processo de desenvolvimento pensado, projetado e racional. Quanto \u00e0 instala\u00e7\u00e3o da Central El\u00e9trica de Buba no interior do Parque, Justino Biai deixa claro que o IBAP estaria confort\u00e1vel se tivesse havido um estudo cient\u00edfico que indicasse que, imperativamente, dadas \u00e0s condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, esse lugar era o \u00fanico adequado para a implanta\u00e7\u00e3o da Central. \u201cMas n\u00e3o houve um estudo sobre o impacto, n\u00e3o nos foi apresentado projeto e instalou-se a Central no interior de uma \u00e1rea que o pr\u00f3prio Governo<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>j\u00e1 tinha decretado para outros fins\u201d.<\/p>\n<p>\u201cFoi dito que a Central dever\u00e1 cobrir a necessidade da energia ao n\u00edvel das regi\u00f5es de Qu\u00ednara e Tombali, mas se assim for, ent\u00e3o temos ainda espa\u00e7o mais do que suficiente onde a Central poderia ser instalada, evitando todos os poss\u00edveis conflitos. Infelizmente, as nossas interven\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o baseadas em fatos cient\u00edficos, t\u00e9cnicos plaus\u00edveis, mas muito mais para o populismo. Portanto, nunca vamo-nos opor \u00e0 instala\u00e7\u00e3o da Central em Buba. Mas porqu\u00ea s\u00f3 naquele lugar?\u201d, questionou, sublinhando que tudo deve ser planificado, porque o desenvolvimento \u201cn\u00e3o cai do C\u00e9u\u201d.<\/p>\n<p>JUSTINO BIAI PEDE COMPREENS\u00c3O SOBRE A EXIST\u00caNCIA DO PARQUE DE CUFADA<\/p>\n<p>Recentemente, a popula\u00e7\u00e3o local (Buba) fez um conjunto de reclama\u00e7\u00f5es sobre o reajustamento do espa\u00e7o (parque local) para permitir que se fa\u00e7a mais constru\u00e7\u00f5es de outras infraestruturas na zona em quest\u00e3o. Sobre este assunto, Justino disse que \u00e9 preciso compreender, primeiramente, a raz\u00e3o da cria\u00e7\u00e3o ou exist\u00eancia do Parque Natural de Lagoas de Cufada, enquanto bacias de reten\u00e7\u00e3o da \u00e1gua doce.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Neste sentido, deixou em aberto que se um dia o pa\u00eds quiser redimensionar o Parque Nacional de Lagoas de Cufada e reclassific\u00e1-lo, isso poder\u00e1 ser feito, mas pede que as pessoas compreendam que a Lagoa de Cufada n\u00e3o \u00e9 um ponto no \u201ci\u201d, porque tem seus bra\u00e7os, o sistema que alimenta e que faz com que continue a desempenhar o seu papel como a maior bacia de reten\u00e7\u00e3o e filtra\u00e7\u00e3o da \u00e1gua doce que lan\u00e7a, atingindo a camada de subsolo e as \u00e1guas subterr\u00e2neas e essas \u00e1guas subterr\u00e2neas, que por sua vez alimentam as fontes utilizadas pelos humanos ao n\u00edvel de toda a regi\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cSe diminuirmos o tamanho da Lagoa de Cufada e deixarmos as infraestruturas irem at\u00e9 aos bra\u00e7os, significa que a capacidade de reten\u00e7\u00e3o da Lagoa vai diminuir cada vez mais. Estamos a viver um fen\u00f4meno ao n\u00edvel da Lagoa de Cufada que \u00e9 o surgimento das ervas invasoras, porque a volta da Lagoa (zona de planalto) faz-se cultivo e desbrava-se a floresta seja ela clara ou densa. Na \u00e9poca das chuvas, o solo e subsolo dessa floresta devastada \u00e9 arrastado para as zonas mais baixas, o que est\u00e1 a permitir que as ervas possam ter condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas ideais para o seu crescimento. Isso significa que a Lagoa est\u00e1 a perder o papel ecol\u00f3gico e econ\u00f3mico que desempenhou no passado cada vez mais\u201d, notou, alertando que se a Lagoa desaparecer, o pa\u00eds ter\u00e1 que organizar cisternas para suprir a necessidade em \u00e1gua pot\u00e1vel da popula\u00e7\u00e3o de Buba.<\/p>\n<p>Confirma, contudo, as informa\u00e7\u00f5es em como o espa\u00e7o do Parque Natural de Buba est\u00e1 a ser urbanizado para beneficiar terceiros e diz que tudo tem a ver com as din\u00e2micas dos \u00faltimos tempos, sobretudo quando se anunciou a constru\u00e7\u00e3o do porto do rio grande de Buba e a Central el\u00e9trica, o que suscitou interesses de muitas pessoas em adquirir espa\u00e7o naquela cidade promissora.<\/p>\n<p>\u201cSe um dia o pa\u00eds quiser extinguir o Parque, ter\u00e1 que trazer justifica\u00e7\u00f5es plaus\u00edveis que possam convencer o mundo, n\u00e3o com base de uma propaganda governativa ou por vontade pol\u00edtica pr\u00f3pria\u201d, insiste.<\/p>\n<p>O IBAP, por exemplo, gere neste momento sete \u00e1reas protegidas diretamente e contribui na gest\u00e3o de outra \u00e1rea protegida, que \u00e9 a \u00e1rea marinha protegida comunit\u00e1ria de Uroc, atrav\u00e9s da sua participa\u00e7\u00e3o no Conselho de Gest\u00e3o, na fiscaliza\u00e7\u00e3o e<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>no processo de pesquisa.<\/p>\n<p>Quanto \u00e0s \u00e1reas protegidas com maior risco de amea\u00e7a, o Diretor-geral do IBAP explica que essa situa\u00e7\u00e3o depende da posi\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica de cada uma delas e dos elementos da Biodiversidade que l\u00e1 se encontram. Essas \u00e1reas protegidas, segundo Justino Biai, est\u00e3o divididas em tr\u00eas categorias: \u00e1reas protegidas terrestres (no interior do continente), marinhas costeiras (que se encontram ao longo da costa) e as \u00e1reas protegidas insulares (no Arquip\u00e9lago dos Bijag\u00f3s).<\/p>\n<p><span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span>\u201cO tipo, n\u00edvel e grau de amea\u00e7a varia de uma \u00e1rea \u00e0 outra. Se nas \u00e1reas protegidas terrestres, o corte das \u00e1rvores e atividades de ca\u00e7a clandestina constituem uma das maiores amea\u00e7as, nas \u00e1reas protegidas costeiras e insulares, a problem\u00e1tica da pesca inapropriada feita, na sua maioria por pescadores dos pa\u00edses vizinhos, \u00e9 uma das maiores amea\u00e7as\u201d, explicou, acrescentando que outro fator de amea\u00e7as<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>nas \u00e1reas protegidas terrestres tem a ver com a expans\u00e3o do pomar de cajueiros, porque \u00e9 mais expressiva nessas \u00e1reas do que na zona insular e costeira.<\/p>\n<p>Para o ambientalista guineense, um dos documentos que o IBAP tem para a gest\u00e3o da sua Biodiversidade \u00e9 o seu documento estrat\u00e9gico que teve a sua vig\u00eancia at\u00e9 2011. Recentemente elaborou um novo documento (atualizado), que \u00e9 a continuidade do anterior, para poder adaptar a sua estrat\u00e9gia de gest\u00e3o aos contextos locais, nacional e mundial, permitindo assim financiamentos que possam fazer funcionar a Funda\u00e7\u00e3o Bioguin\u00e9.<\/p>\n<p>\u201cCONVIV\u00caNCIA ENTRE POPULA\u00c7\u00d5ES NO INTERIOR E FORA DOS PARQUES GERA CONFLITOS\u201d<\/p>\n<p>Na mesma entrevista, o Diretor-geral do IBAP afirmou que a conviv\u00eancia tanto da popula\u00e7\u00e3o residente dentro dos parques como fora deles tem suscitado recorrentemente situa\u00e7\u00f5es de conflito, porque nem sempre cai bem \u00e0s popula\u00e7\u00f5es quando o Estado expulsa um determinado grupo de pessoas da sua zona de origem- aut\u00f3ctone &#8211; para criar uma \u00e1rea protegida. Quando assim se procede, abre-se a possibilidade para conflitos, porque cada vez a popula\u00e7\u00e3o quer explorar mais e mais o que se encontra no interior dos parques.<\/p>\n<p>\u201cFelizmente, n\u00f3s na Guin\u00e9-Bissau mantemos a popula\u00e7\u00e3o dentro dos parques com a filosofia de que o parque \u00e9 para a popula\u00e7\u00e3o e isto tem contribu\u00eddo de forma significativa em dirimir certos conflitos. Nos parques temos recursos naturais que devem ser explorados pela popula\u00e7\u00e3o do parque para a sua sobreviv\u00eancia, mas n\u00f3s, o que tentamos fazer \u00e9 discutir com as popula\u00e7\u00f5es para que essa explora\u00e7\u00e3o seja sustent\u00e1vel e feita de uma forma<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>racional para garantir o n\u00e3o esgotamento desses recursos\u201d, explicou, esclarecendo que mesmo assim n\u00e3o tem sido f\u00e1cil, sobretudo com o interesse econ\u00f3mico que o mercado oferece.<\/p>\n<p>IBAP GERE 26,3 POR CENTO DO TERRIT\u00d3RIO NACIONAL<\/p>\n<p>Neste momento, segundo avan\u00e7ou Justino Biai, o IBAP est\u00e1 a gerir 26,3% do territ\u00f3rio nacional, mas n\u00e3o \u00e9 um espa\u00e7o da gest\u00e3o aut\u00f3nima do IBAP, ou seja, o IBAP atua em parceria com as outras estruturas e as comunidades locais, porque dentro das preocupa\u00e7\u00f5es da gest\u00e3o das \u00e1reas protegidas entra tamb\u00e9m a necessidade de desenvolvimento e o bem-estar das comunidades locais. Contudo, avan\u00e7a que n\u00e3o ser\u00e1 f\u00e1cil abarcar tudo isso num Or\u00e7amento Geral do Estado e nem \u00e9 fact\u00edvel. Por isso defende que o Estado recorra a outras vias como \u00e0s algumas taxas dos setores que t\u00eam destru\u00eddo a Biodiversidade e o ecossistema e ver como \u00e9 que essas \u00e1reas podem entrar, em termos de compensa\u00e7\u00e3o dos danos que t\u00eam ou v\u00e3o provocando.<\/p>\n<p>No que concerne \u00e0 implementa\u00e7\u00e3o da Conven\u00e7\u00e3o da Diversidade Ecol\u00f3gica na Guin\u00e9-Bissau, Justino Biai mostrou-se inquieto quanto \u00e0 forma como a Biodiversidade tem sido gerida \u201cirracionalmente\u201d at\u00e9 aqui. Por isso defende que haja \u201cdistribui\u00e7\u00e3o equitativa\u201d dos recursos naturais<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>e o uso sustent\u00e1vel da Biodiversidade, enquanto uma das principais preocupa\u00e7\u00f5es da Conven\u00e7\u00e3o.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>\u201cExiste uma enorme diferen\u00e7a entre os pa\u00edses detentores da biodiversidade, sobretudo os nossos pa\u00edses com os pa\u00edses do norte e das Am\u00e9ricas, com mais meios e tecnologia para transformar esta biodiversidade, e muita das vezes acontece que coletam os nossos produtos da biodiversidade transformam-nos em outras mat\u00e9rias gen\u00e9ticas e tudo que \u00e9 \u00fatil para o mercado \u00e9 vendido\u201d, revela.<\/p>\n<p>O documento, a conven\u00e7\u00e3o sobre a diversidade biol\u00f3gica, vigora desde 1993. E a Guin\u00e9-Bissau, enquanto parte de Concertos das Na\u00e7\u00f5es, s\u00f3 assumiu o instrumento como assinante e contratante a 27 de outubro de 1995, altura em que foi aprovado e ratificado pelo Presidente Jo\u00e3o Bernardo Vieira.<\/p>\n<p>A Conven\u00e7\u00e3o de 1993 quer que a Biodiversidade seja conservada e que o uso de tudo que dela resulta (benef\u00edcios e as vantagens) sejam sustent\u00e1veis e partilhadas de forma equitativa.<\/p>\n<p>A 22 de maio \u00faltimo, o IBAP realizou a Confer\u00eancia Nacional sobre a implementa\u00e7\u00e3o da Conven\u00e7\u00e3o da Diversidade Ecol\u00f3gica na Guin\u00e9-Bissau, na qual os ambientalistas afirmaram que a economia e a sobreviv\u00eancia da maioria da popula\u00e7\u00e3o guineense dependem diretamente dos recursos produzidos pela natureza.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Neste sentido, sublinham que \u00e9 urgente que cada um, a sua medida, fa\u00e7a o que est\u00e1 ao seu alcance para reduzir a destrui\u00e7\u00e3o da natureza.<\/p>\n<p>O encontro organizado pelo Instituto da Biodiversidade e das \u00c1reas Protegidas (IBAP) e decorreu, justamente, no \u00e2mbito do dia internacional da Biodiversidade e 25 anos da Conven\u00e7\u00e3o sobre diversidade Biol\u00f3gica no mundo.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Por: Filomeno Samb\u00fa<\/p>\n<p>Foto: FS<\/p>\n<p>Junho de 2018<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[ENTREVISTA] O Diretor-geral do Instituto da Biodiversidade das \u00c1reas Protegidas afirmou que conservar a Biodiversidade na Guin\u00e9-Bissau \u201cn\u00e3o \u00e9 um&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":17347,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6,18,16],"tags":[],"class_list":["post-17348","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-inicio","category-entrevista","category-sociedade","wpcat-6-id","wpcat-18-id","wpcat-16-id"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - 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