{"id":48464,"date":"2024-04-29T08:07:09","date_gmt":"2024-04-29T08:07:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.odemocratagb.com\/?p=48464"},"modified":"2024-04-29T08:07:10","modified_gmt":"2024-04-29T08:07:10","slug":"entre-precariedade-e-resiliencia-bideirassenegalesas-de-peixes-do-porto-de-soumbedioune-aspiram-mercado-europeu","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.odemocratagb.com\/?p=48464","title":{"rendered":"Entre precariedade e resili\u00eancia:\u00a0&#8220;BIDEIRAS&#8221;SENEGALESAS\u00a0DE PEIXES DO PORTO DE SOUMB\u00c9DIOUNE &#8220;ASPIRAM&#8221;\u00a0MERCADO EUROPEU\u00a0\u00a0"},"content":{"rendered":"\n<p>As mulheres senegalesas vendedeiras de peixes&nbsp;no porto artesanal de Soumb\u00e9dioune, em Dacar, capital do Senegal, reivindicam o acesso ao cr\u00e9dito banc\u00e1rio para a expans\u00e3o das suas atividades e para que possam criar a resili\u00eancia e a sustentabilidade das suas atividades, ter&nbsp;uma&nbsp;autonomia financeira e exportar o produto para os&nbsp;mercados&nbsp;europeu e asi\u00e1tico. &nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Soumb\u00e9dioune \u00e9 um porto de pesca artesanal situado no cora\u00e7\u00e3o de Dacar. Uma antiga vila de pescadores que continua a ser ensombrada pela atividade da pesca artesanal e que se transformou num santu\u00e1rio de pescadores,&nbsp;de&nbsp;vendedores e&nbsp;de&nbsp;escamadores de peixes,&nbsp;provenientes de diferentes bairros perif\u00e9ricos da&nbsp;grande cidade de Dacar para ganhar a vida na corrida contra rel\u00f3gio para a sobreviv\u00eancia.&nbsp;Havendo peixe ou n\u00e3o, o porto \u00e9 um destino obrigat\u00f3rio para os seus utentes,&nbsp;pescadores, antigos pescadores em reforma, vendedores e escamadores de peixe,&nbsp;para passar o dia&nbsp;e&nbsp;espreitar o mar&nbsp;de&nbsp;forma&nbsp;mon\u00f3logo&nbsp;com os peixes. &nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>MAIS DE MIL PESSOAS INUNDAM O PORTO \u00c0 PROCURA DE ALGUNS FRANCOS CFA PARA SUSTENTO FAMILIAR<\/strong><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/www.odemocratagb.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Porto-Artesanal-de-Soumbedioune.jpeg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"611\" src=\"https:\/\/www.odemocratagb.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Porto-Artesanal-de-Soumbedioune-1024x611.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-48466\" srcset=\"https:\/\/www.odemocratagb.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Porto-Artesanal-de-Soumbedioune-1024x611.jpeg 1024w, https:\/\/www.odemocratagb.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Porto-Artesanal-de-Soumbedioune-300x179.jpeg 300w, https:\/\/www.odemocratagb.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Porto-Artesanal-de-Soumbedioune-768x459.jpeg 768w, https:\/\/www.odemocratagb.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Porto-Artesanal-de-Soumbedioune-1536x917.jpeg 1536w, https:\/\/www.odemocratagb.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Porto-Artesanal-de-Soumbedioune-1230x734.jpeg 1230w, https:\/\/www.odemocratagb.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Porto-Artesanal-de-Soumbedioune.jpeg 1936w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p>O Democrata constatou,&nbsp;na chegada ao porto,&nbsp;cerca de 100 canoas de pesca ancoradas na \u00e1rea. Algumas estavam em repara\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica, enquanto outras aguardavam&nbsp;o&nbsp;anoitecer&nbsp;para se&nbsp;fazerem&nbsp;ao mar para mais uma jornada de&nbsp;pesca na costa e outras&nbsp;iriam&nbsp;at\u00e9 ao alto mar a procura do pescado, que est\u00e1 a ser dif\u00edcil nas zonas mais pr\u00f3ximas do porto.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Diariamente, de acordo com os pescadores abordados, cerca de 70 canoas desembarcam no porto com pescado, correspondendo entre 50 a 65 toneladas de diferentes esp\u00e9cies de pescado&nbsp;vendidos naquele porto e outras&nbsp;s\u00e3o&nbsp;exportadas para a Europa. O pequeno porto alberga mais de 1000 pessoas que trabalham todos os dias&nbsp;neste pequeno empreendimento,&nbsp;entre pescadores, vendedores do pescado e os escamadores de peixes que tamb\u00e9m procuram&nbsp;melhorar a sua vida com alguns francos cfa&nbsp;que ganham nesse&nbsp;servi\u00e7o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A reportagem de O Democrata foi feita no \u00e2mbito de uma forma\u00e7\u00e3o destinada aos jornalistas de diferentes pa\u00edses da \u00c1frica Ocidental sobre a pesca ilegal, n\u00e3o declarada e n\u00e3o regulamentada com o intuito de saber do impacto das a\u00e7\u00f5es de pesca il\u00edcita nas atividades de pescadores e&nbsp;de&nbsp;vendedores do pescado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A forma\u00e7\u00e3o foi realizada por Iniciativa Global contra o Crime Organizado Transnacional (GI-TOC), com o apoio do Departamento da Embaixada dos Estados Unidos da Am\u00e9rica para a Guin\u00e9-Bissau e o Senegal. No caso espec\u00edfico no porto artesanal de Soumb\u00e9dioune, O Democrata concentrou-se nas atividades de vendedores do pescado e escamadores de peixe.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A associa\u00e7\u00e3o de vendedores do peixe criada em 2010, de acordo com o seu presidente, conta com 320 membros na sua maioria mulheres e que cada associado \u00e9 obrigado a ter uma carteira profissional emitida pelas autoridades em colabora\u00e7\u00e3o com&nbsp;a&nbsp;associa\u00e7\u00e3o. A carteira \u00e9 uma&nbsp;pe\u00e7a que&nbsp;autoriza e&nbsp;habilita&nbsp;quem a&nbsp;tem&nbsp;para exercer a atividade da venda do&nbsp;pescado a n\u00edvel local, como&nbsp;tamb\u00e9m&nbsp;para exportar&nbsp;para&nbsp;o estrangeiro, conforme a sua capacidade. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Os escamadores de peixes, um grupo constitu\u00eddo&nbsp;por&nbsp;mulheres e&nbsp;jovens que tamb\u00e9m procuram ganhar alguns francos cfa para pagar as contas de&nbsp;casa e os cursos profissionais, estimam-seem cerca de 100 pessoas. Os pre\u00e7os praticados&nbsp;nesta atividade dependem essencialmente da quantidade de peixe que o cliente entrega&nbsp;para ser escamado, contudo informam que&nbsp;\u00e0s vezes numa opera\u00e7\u00e3o conseguem&nbsp;arrecadar entre&nbsp;cinco ou sete mil francos cfa.<\/p>\n\n\n\n<p>O maior handicap de utentes do porto era&nbsp;um&nbsp;local confort\u00e1vel para exercer as suas atividades, dado que o pequeno mercado estava totalmente degradado,&nbsp;raz\u00e3o pela qual improvisam barracas para a venda&nbsp;do pescado, enquanto outros vendem os seus peixes&nbsp;debaixo do sol,&nbsp;em&nbsp;pequenas&nbsp;mesas&nbsp;de madeira.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A ONU-MULHER respondeu&nbsp;\u00e0&nbsp;solicita\u00e7\u00e3o da associa\u00e7\u00e3o,&nbsp;reabilitando o mercado do porto e aumentando&nbsp;a sua capacidade para 100 lugares que ser\u00e3o distribu\u00eddos&nbsp;aos vendedores do pescado e escamadores de peixes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>PESCA &#8211; UMA HERAN\u00c7A DE FAM\u00cdLIA TRANSFORMADA EM NEG\u00d3CIO PARA A SOBREVIV\u00caNCIA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Sokhna Saouf, uma vendedeira de peixe h\u00e1 15 anos no porto de Soumb\u00e9dioune, vem de uma&nbsp;fam\u00edlia de pescadores e casadacom um pescador, fez um retrato da atual situa\u00e7\u00e3o da precariedade das mulheres vendedeiras de peixe.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;H\u00e1 dias dif\u00edceis para n\u00f3s aqui. Se n\u00e3o h\u00e1 peixe, n\u00e3o trabalhamos e ficamos aqui de manh\u00e3 \u00e0 noite sem fazer nada. Levantamo-nos cedo das nossas casas para virmos&nbsp;ao porto \u00e0 espera das pirogas. Organizamos tudo para entregar aos grandes clientes que v\u00e3o vender noutros mercados&#8221;, disse, acrescentando que precisam de apoio das autoridades para que possam ter mais capacidade de conserva\u00e7\u00e3o do pescado, sobretudo&nbsp;que se criem&nbsp;as&nbsp;condi\u00e7\u00f5es para os pescadores terem maior capacidade de&nbsp;pesca.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A vendedora explicou que recebe peixes do seu marido para vender aos seus clientes, na sua maioria pequenos vendedores que compram o pescado para vender noutros mercados.<\/p>\n\n\n\n<p>Sokhna Saouf&nbsp;explicou<a><\/a>&nbsp;que, no porto onde operam, n\u00e3o fazem a transforma\u00e7\u00e3o do pescado por causa do espa\u00e7o, por isso fazem todo o esfor\u00e7o para&nbsp;vend\u00ea-los&nbsp;no mesmo dia e uma das estrat\u00e9gias \u00e9 entregar o pescado aos pequenos vendedores para venderem&nbsp;ou fazer&nbsp;um&nbsp;contrato com grandes clientes que compram grande quantidade&nbsp;de peixes.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O que imploramos sempre ao governo \u00e9 que sirva de garantia junto dos bancos ou&nbsp;de outros&nbsp;parceiros para que possam financiar a nossa atividade. Isso pode ajudar-nos a criar&nbsp;as condi\u00e7\u00f5es, ter a capacidade t\u00e9cnica e meios de conserva\u00e7\u00e3o do pescado para exportar o nosso produto para o mercado europeu, asi\u00e1tico e para alguns pa\u00edses africanos desta nossa zona&#8221;, contou, afirmando que alguns dos seus colegas conseguem exportar para a Europa, mas precisam de apoios para exportar diretamente sem um intermedi\u00e1rio, pois s\u00f3&nbsp;assim conseguem&nbsp;ganhar mais dinheiro.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&#8220;BARCOS DE PESCA N\u00c3O RESPEITAM O REPOUSO BIOL\u00d3GICO E PERTURBAM&nbsp;<\/strong><strong>OS&nbsp;<\/strong><strong>PESCADORES ARTESANAIS&#8221;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O presidente da associa\u00e7\u00e3o de vendedores de peixe no Porto Artesanal de Soumb\u00e9dioune, Hamidou Siye, disse que as suas atividades s\u00e3o sustentadas pelos pescadores&nbsp;artesanais, por isso &#8220;sentimos na nossa&nbsp;pele qualquer&nbsp;dificuldade&nbsp;enfrentada pelos pescadores no alto mar&#8221;. Acrescentou que se os pescadores n\u00e3o&nbsp;conseguem peixes,&nbsp;todas as consequ\u00eancias s\u00e3o sentidas,&nbsp;porque&nbsp;\u201cisso paralisa todas as nossas atividades\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Os pescadores deparam-se com muitas&nbsp;dificuldades&nbsp;no alto mar. Os barcos da pesca industrial pescam at\u00e9 a 40 milhas das nossas costas, zonas onde se pratica a pesca artesanal. Quando isso acontece, os pescadores artesanais s\u00e3o obrigados a irem at\u00e9 90 milhas \u00e0 procura de peixe, porque&nbsp;se&nbsp;continuarem nas zonas onde os barcos pescam n\u00e3o conseguem fazer nada&#8221;, disse, denunciando que os barcos industriais n\u00e3o respeitam o repouso biol\u00f3gico e bombardeiam tudo com as suas redes capazes&nbsp;de arrastar tudo o que encontram no seu caminho.<\/p>\n\n\n\n<p>Enfatizou que a associa\u00e7\u00e3o que dirige conseguiu reunir-se com o ministro das&nbsp;pescas&nbsp;sobre este assunto e pediu ao governo que a pr\u00e1tica de pesca industrial na costa seja, pelo menos, at\u00e9 90 milhas da costa. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Questionado sobre o impacto que esta a\u00e7\u00e3o da&nbsp;pesca industrial causa na atividade de vendedores de peixe, respondeu que um dos impactos&nbsp;imediatos&nbsp;\u00e9 que n\u00e3o podem&nbsp;emprestar dinheiro ao banco&nbsp;para desenvolver as suas atividades de venda, porque \u201cos pescadores que nos fornecem os peixes t\u00eam&nbsp;dificuldades em&nbsp;conseguir o pescado\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cComo podemos trabalhar&nbsp;assim? Por isso estamos a implorar ao governo no sentido de regular a a\u00e7\u00e3o da pesca industrial&#8221;, insistiu.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O nosso trabalho \u00e9 simplesmente comprar o pescado dos pescadores e&nbsp;revende-lo&nbsp;ao&nbsp;consumidor final. Se n\u00e3o h\u00e1 pescado, n\u00e3o conseguimos pagar o dinheiro emprestado ao banco. Essa situa\u00e7\u00e3o tem grande impacto nas nossas vidas, porque somos obrigados a pagar o dinheiro emprestado&nbsp;ao banco, caso contr\u00e1rio n\u00e3o vamos conseguir empr\u00e9stimos, nem trabalhar&#8221;, relatou.<\/p>\n\n\n\n<p>Assegurou que os vendedores est\u00e3o habituados a esta situa\u00e7\u00e3o, tendo afirmado que n\u00e3o podem fazer mais nada, se n\u00e3o venderem o pescado. Lembrou, neste particular, que desde 1996 que come\u00e7ou a exercer a atividade da&nbsp;venda de peixes.<\/p>\n\n\n\n<p>Questionado sobre os mecanismos que a organiza\u00e7\u00e3o pretende utilizar para fazer face \u00e0s dificuldades enfrentadas e, consequentemente, ajudar os seus associados a desenvolverem as suas atividades, explicou que neste momento encontraram um parceiro que apoia as iniciativas&nbsp;de&nbsp;desenvolvimento&nbsp;do&nbsp;<em>empreendedorismo<\/em>, atrav\u00e9s do qual conseguiram um financiamento para capitalizar as atividades dos associados.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Eu&nbsp;pessoalmente, recebi um financiamento desta entidade num valor de tr\u00eas milh\u00f5es de francos cfa. Utilizei este fundo para financiar alguns vendedores de peixes e manipuladores de peixes. Eu escrevi \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o solicitando um fundo e felizmente decidiram apoiar o projeto. Colocaram o dinheiro na conta&nbsp;num&nbsp;banco e o pessoal do banco informou-me&nbsp;do dinheiro depositado na conta&#8221;, sublinhou.<\/p>\n\n\n\n<p>Informou que ajudou tamb\u00e9m os seus colegas, grandes vendedores, a obterem&nbsp;fundos dessa entidade para desenvolverem as suas atividades, porque \u201co mercado est\u00e1 a cada dia&nbsp;mais&nbsp;dif\u00edcil e o pescado cada vez mais carro\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O financiamento permite-nos trabalhar sem grandes constrangimentos e sossegados. Atualmente, consigo comprar peixes de qualidade para vender no mercado Europeu, de acordo com as solicita\u00e7\u00f5es dos clientes. Recebo as solicita\u00e7\u00f5es dos clientes, por exemplo, trabalho com uma empresa na Europa que me envia a lista das esp\u00e9cies que quer. Compro essas esp\u00e9cies, de acordo com os quilogramas indicados e levo-as&nbsp;para o aeroporto.&nbsp;Fazemos a reserva no aeroporto. Primeiro, o pescado \u00e9 observado pelos especialistas antes de emitirem todos os documentos necess\u00e1rios para a exporta\u00e7\u00e3o &#8220;, narrou.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&#8220;ESCAMADORES DE PEIXES RELATAM SUAS DIFICULDADES E A LUTA ENFRENTADA PARA A SOBREVIV\u00caNCIA&#8221;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A escama\u00e7\u00e3o de peixes \u00e9 um neg\u00f3cio com pouco rendimento, mas algumas mulheres com parcos meios financeiros para comprar os peixes e&nbsp;revender,&nbsp;optaram por este neg\u00f3cio de escamar peixes e ganhar um pouco para sobreviverem.<\/p>\n\n\n\n<p>As escamadoras cobram em fun\u00e7\u00e3o do volume de peixe disponibilizado para escamar e cortar em peda\u00e7os,&nbsp;mas deacordo com as informa\u00e7\u00f5es recolhidas o pre\u00e7o indicativo come\u00e7a&nbsp;em&nbsp;mil francos e pode subir at\u00e9&nbsp;aos&nbsp;cinco mil francos cfa.<\/p>\n\n\n\n<p>Sohna Joof, uma mulher de 40 anos de idade, que est\u00e1 entre as cerca de 100 mulheres que ganham a vida escamando peixes no pequeno porto artesanal de Soumb\u00e9dioune, explicou que nos \u00faltimos tempos tem-se registado&nbsp;um decl\u00ednio nas suas atividades e que \u00e0s vezes nem sequer conseguem pagar o transporte para voltar as suas casas no fim de&nbsp;tarde.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cPorque nem sempre conseguimos peixes.\u00a0Se os pescadores n\u00e3o conseguem\u00a0peixes, n\u00e3o trabalhamos. Quando acontece essa situa\u00e7\u00e3o, ficamos aqui sentadas ou a dormitar at\u00e9 \u00e0 tarde,\u00a0com esperan\u00e7a que apare\u00e7a uma canoa com peixes para podermos trabalhar ou conseguir alguma coisa para o nosso consumo\u201d, lamentou Sohna, moradora de Medina, um dos maiores bairros de Dacar, em representa\u00e7\u00e3o das mulheres escamadoras de peixes. \u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Por: Assana Samb\u00fa &nbsp;<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As mulheres senegalesas vendedeiras de peixes&nbsp;no porto artesanal de Soumb\u00e9dioune, em Dacar, capital do Senegal, reivindicam o acesso ao cr\u00e9dito&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":48465,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[52,45],"tags":[],"class_list":["post-48464","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-africa","category-reportagens","wpcat-52-id","wpcat-45-id"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - 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