{"id":7720,"date":"2016-01-23T09:55:31","date_gmt":"2016-01-23T09:55:31","guid":{"rendered":"http:\/\/www.odemocratagb.com\/?p=7720"},"modified":"2016-01-23T09:55:31","modified_gmt":"2016-01-23T09:55:31","slug":"opiniao-quando-os-guineenses-queriam-conseguiram","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.odemocratagb.com\/?p=7720","title":{"rendered":"Opini\u00e3o: QUANDO OS GUINEENSES QUERIAM, CONSEGUIRAM"},"content":{"rendered":"<p>A esta data [23 de janeiro ] em 1963, quando os jovens guineenses decidiram que n\u00e3o podiam mais atrasar-se por nenhum momento, a luta de liberta\u00e7\u00e3o nacional e a vontade de viverem livres no seu pa\u00eds e serem donos do pr\u00f3prio &#8220;nariz&#8221;. Condi\u00e7\u00f5es estas que eram suprimidos no pr\u00f3prio territ\u00f3rio. N\u00e3o era f\u00e1cil ser guineense nessa \u00e9poca, como atualmente, mas a vontade de viver numa Guin\u00e9 melhor superava todas as dificuldades.<\/p>\n<p>Quando os bissau-guineenses queriam, conseguiram.<\/p>\n<p>Na noite de 23 de janeiro de 1963, como a hist\u00f3ria, centenas de homens com apenas quatro pistolas, Arafam Man\u00e9, atirou em Tite, no interior da Guin\u00e9-Bissau, o primeiro tiro da Luta de Liberta\u00e7\u00e3o Nacional. As tropas do PAIGC atacaram o quartel de Tite, a hist\u00f3ria que quase todos guineenses conhecem. N\u00e3o quero aqui debru\u00e7ar sobre a Hist\u00f3ria da Guin\u00e9-Bissau de uma forma geral, mas sim, no valor simb\u00f3lico desta data e o que ela significa para n\u00f3s, decerto que isso pode n\u00e3o ter o mesmo valor que algumas pessoas dariam a ela. Por\u00e9m, considerando isso como um artigo de opini\u00e3o, sinto-me de certa forma provocado a dar a minha.<\/p>\n<p>Esta data significa muito mais do que um tiro de in\u00edcio de partida. Apesar de a Luta contra o jugo colonial pela Liberta\u00e7\u00e3o Nacional ter durado onze anos, culminando com a data da Independ\u00eancia (considero isso um erro fatal), em nenhum momento dever\u00edamos sentir que a luta acabou. Cabral dizia que a independ\u00eancia era o programa m\u00ednimo. Comemoramos tanto ela que acabamos por esquecer outras tantas lutas que nos s\u00e3o arrojadas. Colocamos nossos antigos combatentes e nossos\/as her\u00f3is e hero\u00ednas nas comemora\u00e7\u00f5es e homenagens e, por conseguinte, ausentamo-nos de lugar de combatentes, considerando que a luta acabou. A luta mudou. H\u00e1 que haver novos combatentes para a nova luta!<\/p>\n<p>A Luta de Liberta\u00e7\u00e3o Nacional n\u00e3o foi f\u00e1cil, como nenhuma \u00e9. Mas, driblamos todos os obst\u00e1culos. Certo, n\u00e3o tinha dinheiro envolvido e ningu\u00e9m seria pago para tal. Algo maior do que qualquer valor monet\u00e1rio nos movia, o BEM-ESTAR do nosso povo. Usamos todas as t\u00e9cnicas e toda nossa intelig\u00eancia em defesa do interesse maior e comum.<\/p>\n<p>Quando os bissau-guineenses queriam, conseguiram.<\/p>\n<p>De todas as datas hist\u00f3ricas da Guin\u00e9-Bissau prefiro mais desta. Foi a maior prova da nossa ousadia. Afinal, primeiro passo \u00e9 meio caminho andado. A nossa liberdade \u00e9 maior do que qualquer inimigo, cantamos todos numa s\u00f3 voz:<\/p>\n<p>&#8220;Pa n\u00f4 uni, pa n\u00f4 mama<br \/>\nPa n\u00f4 uni, pa n\u00f4 luta, pa n\u00f4 terra&#8230;&#8221;<\/p>\n<p>O que aconteceu com esta m\u00fasica? Lembro-me que a cant\u00e1vamos nas escolas prim\u00e1rias, at\u00e9 finais dos anos 90.<\/p>\n<p>Acredito que consideramos que ela n\u00e3o faz mais sentido, a luta j\u00e1 acabou. Se assim for, considero que estamos criando uma gera\u00e7\u00e3o sem o nacionalismo e patriotismo. Esta m\u00fasica definia o car\u00e1ter de sermos bissau-guineenses, isto \u00e9, nos moldava a um s\u00f3 corpo. Depois de vencermos a luta esquecemo-nos das lutas de reconstru\u00e7\u00e3o nacional, sa\u00edmos da unidade nacional para o individualismo, ego\u00edsmo e uma gera\u00e7\u00e3o sem causa. A gera\u00e7\u00e3o de mais de noventa por cento de analfabetos fez a maior hist\u00f3ria do pa\u00eds at\u00e9 ent\u00e3o, e a maior prova de intelectualidade j\u00e1 mostrada pelos bissau-guineenses (lutar e conseguir expulsar o colonialismo em onze anos), nossa gera\u00e7\u00e3o de \u201cletrados\u201d n\u00e3o conseguiu ainda sequer construir uma Universidade p\u00fablica em quarenta e dois anos, apenas enumerando um entre muitas coisas.<\/p>\n<p>O objetivo deste pequeno texto \u00e9 entre outros, fazer algumas indaga\u00e7\u00f5es sobre o presente do nosso pa\u00eds. Pois, n\u00e3o consigo entender o que aconteceu com os guineenses que colocavam a Guin\u00e9-Bissau em primeiro lugar, acima de qualquer interesse pessoal. \u00c9 verdade que tinham guineenses que lutaram a favor do colonialismo portugu\u00eas, sei l\u00e1, quais foram os motivos, e n\u00e3o me interessa, mas, eram a minoria e n\u00f3s os vencemos. Sinto-me livre em fazer algumas quest\u00f5es e convidar os guineenses a refletir sobre todas as a\u00e7\u00f5es e condutas que temos mostrado durante todos esses anos de \u201cindepend\u00eancia\u201d e que come\u00e7amos a \u201candar com nossos pr\u00f3prios p\u00e9s\u201d.<\/p>\n<p>Gosto das afirma\u00e7\u00f5es de Mia Couto, quando diz que &#8220;o maior problema dos pa\u00edses pobres, \u00e9 que em vez de produzir riquezas produzem ricos&#8221;, e de Antony Gramsci quando diferencia o intelectual org\u00e2nico do intelectual tradicional, sendo o primeiro aquele que se suicida como classe para ascender com a massa. Este foi o prop\u00f3sito de Cabral e outros camaradas, que ao contr\u00e1rio do segundo que luta para manter o status quo, fato semelhante ao que decorre na Guin\u00e9-Bissau atualmente.<\/p>\n<p>Se considerarmos os 42 anos de independ\u00eancia em termos quantitativos no que refere aos sonhos almejados e realizados, acho desnecess\u00e1rio termos atirados o primeiro tiro que resultou na expuls\u00e3o dos colonialistas. Pois, n\u00e3o estamos sendo melhor do que os colonialistas, \u00e0 medida em que continuamos explorando nosso povo da mesma forma que os colonialistas faziam, n\u00e3o somos leg\u00edtimos de critic\u00e1-los. Uma vez que n\u00e3o conseguimos dar uma vida melhor a nosso povo e continuamos brigando com nossos irm\u00e3os para ocupar cargos na governa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, como podemos criticar o colonialismo?<\/p>\n<p>E aos jovens, como podemos criticar os governantes, se quando procuramos um emprego, queremos na verdade dinheiro ao inv\u00e9s de trabalho? Se estamos a estudar para que no final consegu\u00edssemos um emprego com boa remunera\u00e7\u00e3o, sem pensar em como desenvolver o pa\u00eds, estamos sendo diferentes? Quando em nossas associa\u00e7\u00f5es juvenis perpetrarmos a corrup\u00e7\u00e3o, falsificamos os relat\u00f3rios e desviamos os financiamentos, n\u00e3o estar\u00edamos a confirmar que cada povo tem o governo que merece?<\/p>\n<p>Sinto falta daqueles guineenses que n\u00e3o se conformavam com a situa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds e decidiram enfrentar a luta, hoje vejo aqueles que s\u00e3o pagos para sair nas ruas para defender os interesses de um grupo de pessoas por uma camisola e comida de um dia, enquanto eles engordam suas contas banc\u00e1rias no estrangeiro. Sinto falta daquele povo revolucion\u00e1rio e unido, que n\u00e3o se deixava sucumbir e que colocava os interesses m\u00e1ximos do pa\u00eds acima de qualquer valor monet\u00e1rio. Agora vejo uma gera\u00e7\u00e3o medrosa e sequestrada que teme a luta, que exerce seu direito s\u00f3 nas urnas.<\/p>\n<p>Precisamos sair da zona de conforto. Precisamos quebrar os paradigmas, fazer novas apostas, mudar de ritmo. Precisamos de um novo 23 de janeiro. \u00c9 urgente fizermos a nova partida e primeiro passo de novo.<\/p>\n<p>Por isso falo, quando os guineenses queriam, conseguiram.<br \/>\nQueremos, podemos, conseguiremos!<br \/>\nMantenhas!<\/p>\n<p>Por: Magnusson Da Costa<br \/>\nEstudante de Humanidades<br \/>\nBahia-Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A esta data [23 de janeiro ] em 1963, quando os jovens guineenses decidiram que n\u00e3o podiam mais atrasar-se por&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":7719,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6,25],"tags":[],"class_list":["post-7720","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-inicio","category-opinioes","wpcat-6-id","wpcat-25-id"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Opini\u00e3o: QUANDO OS GUINEENSES QUERIAM, CONSEGUIRAM - 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