{"id":8491,"date":"2016-04-09T20:22:53","date_gmt":"2016-04-09T20:22:53","guid":{"rendered":"http:\/\/www.odemocratagb.com\/?p=8491"},"modified":"2016-04-09T20:25:05","modified_gmt":"2016-04-09T20:25:05","slug":"cronica-poesia-o-canto-do-sublime","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.odemocratagb.com\/?p=8491","title":{"rendered":"Cr\u00f3nica: POESIA, O CANTO DO SUBLIME!"},"content":{"rendered":"<p><em>&#8220;Poesia \u00e9 coisa de gente que sabe ler para gente que sabe ler bem&#8221;.*\u00a0<\/em>(F\u00e9lix Sig\u00e1, poeta, escritor, jornalista e editor guineense)<\/p>\n<p>Caro leitor do jornal <strong>O Democrata <\/strong>celebrou-se no passado dia 21 de Mar\u00e7o o <em>Dia Mundial da Poesia<\/em>. Quisera eu partilhar, na altura, esta Cr\u00f3nica. Por\u00e9m, n\u00e3o fi-lo porque n\u00e3o tinha condi\u00e7\u00f5es ideias de o fazer, mesmo porque naquela semana muitas coisas desnorteantes aconteceram-me. Mas tamb\u00e9m boas. Por exemplo, a entrevista dada ao jurista, poeta e jornalista, Gabriel I\u00e9, da TGB, ao programa <strong><em>Vede Quem Somos<\/em><\/strong>.<\/p>\n<p>Trata-se, entretanto, de um texto em que rendo homenagem a todos os poetas guineenses, desde os de outrora at\u00e9 os de agora. Fa\u00e7o-o por gosto mas tamb\u00e9m por quest\u00e3o de honestidade intelectual. E talvez principalmente por render a mais justa homenagem aos artes\u00e3os da palavra. Homens e mulheres que falam escrituralmente da vida (e sobre a vida) nas suas diferentes vertentes. Vida bem vivida, e vida mal vivida. Importa que se a viva. E, de prefer\u00eancia, com intensidade e tenacidade.<\/p>\n<p>Talvez, qui\u00e7\u00e1, mere\u00e7a uma homenagem especial ao <strong><em>mestre da palavra encantada<\/em><\/strong><em>, <\/em>autor do texto em ep\u00edgrafe,<em> <strong>F\u00e9lis Sig\u00e1,<\/strong><\/em> por tudo o que fez a meus colegas da AGE (Associa\u00e7\u00e3o Guineense de Escritores), seus ex\u00edmios disc\u00edpulos de literatura, e mais do que isso: <strong><em>seu nome escrito a letras de ouro no cen\u00e1rio da literatura nacional e de l\u00edngua portuguesa.<\/em><\/strong><\/p>\n<p><em>Dia Mundial da Poesia<\/em> celebrado, com ast\u00facia ut\u00f3pica t\u00edpica dos poetas em regime dist\u00f3pico, foi institu\u00edda pela UNESCO durante sua XXX Confer\u00eancia Geral decorrido de 26 de Outubro a 17 de Novembro de 1999, na Cidade-luz, Paris. Pensou-se poeticamente (e bem), objetivando a promo\u00e7\u00e3o da leitura, da escrita, da publica\u00e7\u00e3o e do ensino da poesia pelos di\u00e1fanos e puros ares que sibilam em torno do planeta terra.<\/p>\n<p>Assim, em rememora\u00e7\u00e3o, comemora\u00e7\u00e3o e exalta\u00e7\u00e3o da poesia \u00e9 que vos ofere\u00e7o esta cr\u00f3nica para a frui\u00e7\u00e3o intelectual, al\u00e9m de sentimental, \u00e9 claro. Pois:<\/p>\n<p><em>Acreditei, desde os prim\u00f3rdios da minha exist\u00eancia, que a poesia nasce das rela\u00e7\u00f5es biopsicossociossom\u00e1ticas. Ela vem das linhas intersticiais do entendimento humano. Habita, sorrateira e silenciosamente, o nosso ser na sua ontologia fundamental.<\/em><\/p>\n<p><em>A poesia, como disse, nasce (corrijo-me agora) para dizer que ela \u00e9 uma constante renascen\u00e7a. Por isso, a poy\u00e9sis muda (para celebrar os gregos) a minha experi\u00eancia na presen\u00e7a do ato po\u00e9tico de produzir o efeito sonoro da met\u00e1fora aguda, incomensur\u00e1vel, retinente (e porque n\u00e3o reticente?). E singularmente significante transformando a estrutura fundamental do meu relacionamento (ser humano que sou) com as coisas. A poesia faz de mim um (re)criador do mundo e das coisas que moram no mundo.<\/em><\/p>\n<p><em>Digo, moram, porque tal como n\u00f3s, seres humanos, as coisas tamb\u00e9m habitam o mundo. E \u00e9 nessa inten\u00e7\u00e3o de rela\u00e7\u00e3o ontol\u00f3gica que navegamos pelo rio da subjetividade para, efetivamente, nos desembocarmos no mar da objetividade.<\/em><\/p>\n<p><em>O meu lugar no mundo \u00e9-me dado pelas condi\u00e7\u00f5es objetivas de lugares outros que a imagina\u00e7\u00e3o po\u00e9tico-liter\u00e1ria trilha (e percorre com notas dissonantes da poem\u00fasica).<\/em><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>A poesia mais bela, mais sedutora, mais envolvente e mais alegoricamente sublime \u00e9 aquela desconcertante. \u00c9 aquela poesia surda, dura, \u00e1spera, \u00e0quela que toca fundo o ser da alma humana. \u00c9 a poesia aut\u00eantica, verdadeira, real, concreta.<\/em><\/p>\n<p><em>A arte po\u00e9tica amadurece o homem. Faz dele um ser que desabrocha, desdobra noutros entes essenciais na forma e na subst\u00e2ncia.<\/em><\/p>\n<p><em>\u00c9 por isso que o homem desabrocha em s\u00e9men (o nome latino da semente).<\/em><\/p>\n<p><em>Espero que a semente po\u00e9tica espalhe reflex\u00f5es cr\u00edtico-cient\u00edficas. Porque, na poesia, trabalha-se tamb\u00e9m com a exatid\u00e3o das palavras.<\/em><\/p>\n<p><em>Num verso (curto ou longo) a palavra exata no lugar exato coloca a ideia na ordem suprema das coisas, na ordem ben\u00e9fica da sa\u00fade primordial do termo justo no templo do verbo. N\u00e3o do verbo divino, mas do verbo humano comovente.<\/em><\/p>\n<p><em>Do humano processo da cria\u00e7\u00e3o escritural ex nihilo.<\/em><\/p>\n<p><em>Da palavra incerta que produz met\u00e1fora certa. Estou em crer que a poesia opera no \u00e2mbito da cr\u00edtica gnoseol\u00f3gica porque diferencia o mundo das emo\u00e7\u00f5es (e o das ideias) humanas.<\/em><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>A cr\u00edtica po\u00e9tica (e social) propicia novas possibilidades objetivas de assun\u00e7\u00e3o duma nova ordem sociocultural.<\/em><\/p>\n<p><em>A poesia, em suma, \u00e9 o canto do sublime! Opera no inesperado, no inebriante, no efeito sonoro literalmente transcrito, traduzido e impresso (por registo) no papel-ideia movente.<\/em><\/p>\n<p><em>As ideias movem, porque viajam na imagina\u00e7\u00e3o.<\/em><\/p>\n<p><em>Quando escrevo poesia estou a exercer o mais nobre of\u00edcio da sublima\u00e7\u00e3o. Isto \u00e9, estou a convocar no ato produtivo do verso vozes passadas (mas tamb\u00e9m passantes), presentes (sempre contentes) e futuras (indutoras do devir) para a celebra\u00e7\u00e3o da vida! Porque a vida \u00e9 o supremo canto da esperan\u00e7a.<\/em><\/p>\n<p>Rogo a Deus, o ex\u00edmio arquiteto do universo, que interceda por n\u00f3s para que tenhamos a consci\u00eancia po\u00e9tica de alcan\u00e7ar grandes consensos, atrav\u00e9s de di\u00e1logo sincero e honesto, de modo a que saiamos do imbr\u00f3glio em que n\u00f3s nos metemos a todos. Ou nos meterem? Digo todos, porque <strong><em>o ch\u00e3o onde os pol\u00edticos pisam somos n\u00f3s povo. Somos n\u00f3s, o mesmo ch\u00e3o, que os elege, os acolhe e os d\u00e1 sustento. E porque n\u00e3o sustenta\u00e7\u00e3o? Somos n\u00f3s, os pilares da democracia. Que n\u00e3o caiamos nas ast\u00facias de ningu\u00e9m. Mas de ningu\u00e9m mesmo.<\/em><\/strong><\/p>\n<p>Que planos maquiav\u00e9licos de analfabetos, pseudo-intelectuais, analfabetos funcionais e os excelent\u00edssimos senhores analfabetizados nos conduza ao abismo. Ou seja, que n\u00e3o adiem o pa\u00eds, mais uma vez, como o fora no 0706.<\/p>\n<p><em>Fora praga!<\/em><\/p>\n<p>Para dizer, por conseguinte, que esta nossa mania de pisarmos no outro \u2013 e acabamos por pisarmo-nos a todos &#8211; s\u00f3 nos trouxe (e vem trazendo) dor e amargura. Mudan\u00e7a de mentalidade est\u00e1 j\u00e1 na altura.<\/p>\n<p><strong><em>Esta nossa pol\u00edtica do pisa-se aqui, pisa-se acol\u00e1; e no fim, eles pisam-se a todos. E em todos n\u00f3s. Ficam engalfinhados \u2013 e como abra\u00e7os dos afogados\u2026 adiamos o nosso destino. E o progresso continua em desatino. E eles? Como sempre safam-se, apesar do Dom diabete das quatorzinhas tietes, trombose da osmose intelectual. E assim entre intrigas e futricas o pa\u00eds vai se definhando e seu povo sentindo-se impotente, sem orgulho da famigerada guineidade (guine\u2019n\u2019dadi).<\/em><\/strong><\/p>\n<p>At\u00e9 a pr\u00f3xima, que o cronista precisa descansar, meu caro leitor d\u2019<strong>O Democrata.<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Por: <\/strong>Jorge Otinta, poeta ensa\u00edsta e cr\u00edtico liter\u00e1rio guineense<\/p>\n<p><em>*in pref\u00e1cio de F\u00e9lix Sig\u00e1 2012, na obra UMBRAIS de MM, ainda por editar<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8220;Poesia \u00e9 coisa de gente que sabe ler para gente que sabe ler bem&#8221;.*\u00a0(F\u00e9lix Sig\u00e1, poeta, escritor, jornalista e editor&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":8335,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[6,25],"tags":[],"class_list":["post-8491","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-inicio","category-opinioes","wpcat-6-id","wpcat-25-id"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.5 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>Cr\u00f3nica: POESIA, O CANTO DO SUBLIME! 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