O Secretariado Nacional do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) denunciou ontem, 20 de janeiro 2017, a proibição de entrada às instalações de Amura [Estado-Maior General das Forças Armadas Guineenses] onde pretendia depositar, como habitual, as coroas de flores no Mausoléu Amílcar Cabral, assassinado no dia 20 de Janeiro de 1973, em Conakry.
Segundo o comunicado de imprensa do partido libertador entregue à nossa redação, o Estado-Maior proibiu a entrada do líder daquela formação política, Domingos Simões Pereira em companhia de centenas de militantes do partido.
Segundo o comunicado, as razões da proibição pelo Estado-Maior das Forças Armadas da Guiné-Bissau estão ligadas com o facto de o Presidente da República ainda não ter cumprido o mesmo acto.
Para o partido libertador, o “Dia dos Heróis Nacionais deveria ser uma jornada de patriotismo, unidade e de reconciliação entre os guineenses”. No entanto, o PAIGC recorda na nota ter atempadamente endereçada uma solicitação ao Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas para, conforme tem sido hábito e prática ao longo de mais de quatro décadas, depositar coroas de flores no Mausoléu do fundador da nacionalidade e dos outros Heróis Nacionais.
A referida solicitação, prossegue o comunicado, foi aceite através de um despacho favorável da instituição militar guineense.
“Estranhamente transformou-se esta Jornada de Glorificação dos nossos Heróis Nacionais numa jornada de revanchismo e de prepotência, vinda de quem o PAIGC ajudou a eleger-se como Primeiro Mandatário da Nação e da Pátria de Cabral que ele hoje trai, sem um mínimo de respeito e de consideração por aqueles que ontem possibilitaram aos guineenses serem homens livres, com uma Pátria, uma bandeira e um hino”, lê-se no comunicado.
O PAIGC chama atenção aos seus militantes, simpatizantes e ao povo guineense em geral, para este facto que considera de inédito, que de acordo com o comunicado, se “junta às tantas outras provocações que o Partido de Amílcar Cabral e dos Combatentes da Liberdade da Pátria têm sido alvo por parte do Presidente da República e dos seus acólitos”.
Entretanto, O Democrata tentou contactar o Gabinete da Comunicação do Estado-Maior General das Forças Armadas para confirmar o sucedido, mas sem sucesso.
Por: Assana Sambú






















Tudo isso, está acontecer na pátria de CABRAL ? Já está na hora, de verdadeiros combatentes da Liberdade da Pátria de Cabral assumirem as suas responsabilidades, como homens libertadores, dos jugos ditatoriais, dos gananciosos, dos incumpridores, dos falsos, dos que só querem tirar proveitos ilícitos dos bens da Guiné…..digamos BASTA……A Guiné Bissau se transmontano num enorme palco teatral, TODOS estão comprados, só faltam o assalto a ANPopular, que esta progectado para breve….é uma pena. O POVO da Guiné Bissau, não deve deixar passar, miais tempo….OJOMAV não deve chegar ao fim do seu mandato, e ter que receber a reforma como Presidente da República, porque ele não fez nenhum bem ao POVO da Guiné Bissau, só atrapalhou….e consegui todos os seus objetivos, comprando tudo e a todos, não cumpriu uma vírgula, no seu discurso de tomada de posse como Presidente de todos os Guineenses, procurou simplesmente arrecadar toda a fortuna disponível para si e os seus amigos de confiança…..que desonestidade !?! isso é próprio de gente que não vale nada..
É uma pena que a Guiné estava encaminhar bem quando
O presidente que devia deve deixar o país encontrar um
Rumo de desenvolvimento deixou levar-se por suspeitas
agora somos um país sem rumo sem unidade e com
a pobreza a fustigaresposta o povo a corrupção não
se acaba de um dia para outro deitar um governo abaixo
Só por suspeitas sem julgamento é curioso