Governo afasta “rumores” de instabilidade e pede apoio à seleção nacional

O Ministério do Interior e da Ordem Pública tranquilizou esta terça-feira os cidadãos guineenses, assegurando que o país vive um clima de normalidade e que não existe qualquer situação que ameace a estabilidade nacional.

As declarações surgem após a movimentação de elementos das forças de defesa e segurança registada ao longo do dia na cidade de Bissau, circunstância que gerou diversas interpretações entre a população.

Em conferência de imprensa, o porta-voz do Ministério do Interior e da Ordem Pública, Agostinho Tonecas Djatá, afirmou que “não houve nada de extremo” que pudesse perturbar a ordem pública ou o normal funcionamento das instituições do Estado.

Segundo o responsável, a mobilidade de efetivos das forças de defesa e segurança observada esta terça-feira, 29 de setembro de 2026, enquadra-se nos procedimentos normais destas corporações.

“Em qualquer um dos ramos das forças de defesa e segurança é normal que exista mobilidade de pessoal. Até ao momento, não há nada que se possa apontar como elemento suscetível de perturbar o país ou o bem-estar das populações”, afirmou.

Neste sentido, Agostinho Tonecas Djatá garantiu que a situação permanece estável em todo o território nacional e encorajou os cidadãos a participarem normalmente nas atividades previstas para o dia, incluindo o apoio à seleção nacional de futebol.

“O país está tranquilo e os cidadãos podem deslocar-se ao Estádio Nacional 24 de Setembro para apoiar os Djurtus”, assegurou.

O porta-voz esclareceu ainda que o que está a ocorrer não representa uma situação excecional, mas sim procedimentos administrativos correntes no seio das forças armadas, da polícia e da Guarda Nacional.

De acordo com Tonecas Djatá, a mobilidade de pessoal constitui um mecanismo administrativo habitual e faz parte do funcionamento normal das instituições de defesa e segurança.

As autoridades apelam, por isso, à serenidade da população e ao respeito pelas informações divulgadas através dos canais oficiais.

Por: Carolina Djeme

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