Um novo movimento cívico denominado “Bassora di Povu” exige a retirada da política de todos os atores políticos envolvidos na atual crise.
A determinação desta nova organização apartidária foi anunciada nesta sexta-feira,18 de Novembro 2016, durante um ato de apresentação, na Praça dos Mártires de Pindjiguiti.
Num encontro com a imprensa, os promotores do “Bassora di Povu” defenderam a realização de manifestações populares, a partir do dia 22 de Novembro, em todo território nacional, como forma de provocar rotura profunda na classe política.
O grupo propõe a formação dum governo popular composto por tecnocratas, encarregue de administrar o país num período de dez anos.
“Esta iniciativa resulta de análise profunda da atual crise da qual concluímos que nem o Presidente da República, nem o Líder do PAIGC, nem o Presidente da Assembleia Nacional Popular, nem PRS e nem o grupos de 15 nem todos os restantes partidos representam solução; mas o povo é que tem a chave para crise”, diz o porta- voz do grupo, Seco Duarte Nhaga.
Nhaga lamentou ainda o facto de os sucessivos governantes terem sempre posto os seus interesses pessoais acima dos interesses do povo.
“A crise que estamos a viver não resulta da luta para o bem do povo mas sim é luta para bem dos políticos por isso propomos uma “limpeza” geral e necessária com vista ao resgate da nossa dignidade perdida”, acrescentou Nhaga.
Recorda-se que desde o despoletar da atual crise há mais de ano, regista-se o surgimento de grupos cívicos que estão a contestar a classe política guineense.
Por: Tiano Badjana






















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