FORÇA DA CEDEAO CHEGA AO PAÍS PARA MISSÃO DE ESTABILIZAÇÃO 

O primeiro contingente de 90 militares da força de estabilização e segurança da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO) para a Guiné-Bissau entrou no país na tarde de quarta-feira, 18 de maio de 2020, a partir da fronteira de Djegue, em São Domingos, norte do país, proveniente do Senegal.

O contingente constituído por forças senegalesas e vai juntar-se ao grupo de soldados nigerianos que se encontravano país. A CEDEAO vai enviar à Guiné-Bissau no total uma força militar de 631 homens, constituídos por efetivos da Nigéria, do Senegal, da Costa de Marfim e do Togo.

O grupo foi recebido na fronteira por responsáveis de operações do Estado-Maior General das Forças Armadas.

Segundo uma testemunha no local, o contingente entrou com 18 viaturas, entre as quais carros blindados, camiões, viaturas dupla cabine, todas de cor branca.

A Costa de Marfim destacou 50 soldados, incluindo uma mulher, que vão integrar a missão e ocupar-se-ão do setor de saúde: equipar um hospital de nível 2 para prestar apoio médico aos 631 militares que integram a missão e, eventualmente, apoiar as populações locais em matéria de saúde.

Refira-se que os chefes de Estado e de Governo da CEDEAO decidiram enviar uma missão militar de estabilização para a Guiné-Bissau, em fevereiro, após o ataque contra o Palácio do Governo, enquanto decorria uma reunião do Conselho de Ministros com a presença do chefe de Estado, Umaro Sissoco Embaló, e do primeiro-ministro, Nuno Gomes Nabian.

Em fevereiro de 2020, após ter tomado posse, Umaro Sissoco Embaló mandou acantonar e sair do país a Ecomib, uma força de interposição enviada para a Guiné-Bissau na sequência do golpe de Estado de 2012 para garantir a segurança às instituições de Estado e aos principais líderes políticos guineenses.

Por: Redação

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