O Primeiro-ministro de transição, Ilídio Vieira Té, afirmou esta quarta-feira, 21 de janeiro de 2026, que a Guiné-Bissau “não é quintal de Portugal” e avisou que haverá “resposta adequada” no dia em que o assunto do país for debatido no Parlamento português.
“Desde 1973 que ninguém manda aqui, e a Guiné-Bissau não é anexo de Portugal, nem quintal, nem da CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa], razão pela qual autossuspendemos o nosso país dessa organização”, afirmou Vieira Té.
O chefe do governo avisou hoje que haverá “resposta adequada” no dia em que o assunto do país for debatido no Parlamento português.
“Dizer-vos que na Guiné-Bissau quem manda são os guineenses (…) nem o ministro dos Negócios Estrangeiros português, nem é Marta Temido [eurodeputada socialista], e nem ninguém. Andamos com os nossos pés e pensamos com as nossas cabeças”, declarou.
O primeiro-ministro de transição guineense disse ainda ter escutado o chefe da diplomacia portuguesa, Paulo Rangel, afirmar que o país não terá as sanções levantadas no âmbito da CPLP enquanto os “presos políticos não forem libertados”.
In lusa




















