Fernando Dias denuncia alegado rapto de cidadã e exige libertação imediata

A direção de uma das alas do Partido da Renovação Social (PRS) responsabilizou as atuais autoridades pela proteção da integridade física e dos direitos da cidadã Gracinda da Silva Fernandes, conhecida por Eta, alegadamente raptada no dia 2 de julho de 2026 por agentes da 2.ª Esquadra, “sem mandado judicial”.

Em comunicado, a ala do PRS liderada por Fernando Dias da Costa considera o caso um grave atentado ao Estado de Direito e aos direitos fundamentais dos cidadãos.

Perante a situação, o partido exige a libertação imediata de Gracinda da Silva Fernandes, caso esta continue privada da liberdade fora dos mecanismos legalmente previstos.

Os “renovadores” defendem ainda a realização de uma investigação independente, imparcial e transparente para apurar responsabilidades e esclarecer as circunstâncias do alegado rapto.

No documento consultado pelo jornal O Democrata, o PRS pede igualmente o fim imediato de todas as formas de perseguição, intimidação e repressão política contra cidadãos, dirigentes partidários, jornalistas e ativistas.

O partido apela à comunidade internacional e aos parceiros da Guiné-Bissau para que acompanhem de perto a situação dos direitos humanos no país.

A formação política convoca ainda os democratas, patriotas e cidadãos guineenses a manterem-se unidos, serenos e vigilantes na defesa da ordem constitucional.

Por fim, a direção liderada por Fernando Dias da Costa sustenta que a ausência de esclarecimentos públicos, de investigações independentes e da responsabilização dos autores contribui para um preocupante sentimento de impunidade.

Por: Tiago Seide

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