O Capitão da seleção Nacional ‘Djurtus’, Bocundji Cá esclareceu hoje, 31 de janeiro 2017, que não tem nenhum problema que lhe impossibilitasse jogar no Campeonato Africano das Nações a decorrer no Gabão.
O capitão da seleção nacional de futebol, Bucundji Cá não disputou nenhum dos três jogos dos ‘Djurtus’ no CAN e a sua ausência na competição continua a suscitar debate no país.
Em conferência de imprensa em Bissau, o internacional guineense, Bocundji Cá explicou que a seleção não teria ido ao Gabão se não fosse a intervenção do Presidente da República que pôs fim ao problema de subsídios dos jogadores e assumiu cobertura de toda a despesa da seleção durante a sua estada naquele país da África Central.
“O Presidente da República fez o ‘finca-pé’ para que participássemos no Campeonato das Nações Africanas. Apoiou seleção de início ao fim. Cumpriu com todas as promessas que tinha feito. Em nome da seleção, agradeço muito ao Presidente da República e ao povo que, de forma determinada, serviu de alicerce e motivação a equipa nacional”, disse.
Solicitado a pronunciar-se sobre a sua relação com os elementos da equipa técnica, particularmente com o selecionador principal Baciro Candé, Bocundji Cá admite que houve problema entre a equipa técnica e os jogadores, mas não especificou a natureza do alegado problema nem os elementos supostamente involvidos no mesmo.
Bocundji assegurou que apesar de ter havido ‘problema’ no seio dos ‘Djurtus’, isso não refletiu no desempenho dos jogadores durante a prova. Destacou a dedicação dos seus colegas em três jogos disputados no Gabão.
“Eu, na qualidade do capitão da seleção nacional, desconheço a verdadeira equipa principal [onze inicial]. Fui deixado de fora em tudo que se fazia na seleção. Não fiz parte das escolhas dos técnicos por causa da opção técnica, mas eu garanto-vos que fisicamente estou bem. Fui selecionado durante toda a campanha inclusive fiz parte da lista dos 23 convocados para o CAN Gabão-2017. Preparei-me muito para esta competição, jogo na minha equipa Stade de Reims. Não tenho nenhum problema que me impossibilita jogar. Joguei o último jogo de apuramento”, esclareceu o capitão da seleção nacional.
“Estou aqui não para contar os detalhes dos problemas que aconteceram no Gabão ou para atribuir culpa ou responsabilidade a alguém. Estou aqui para contar que esqueci o que passou e pedir aos meus fãs a fazerem o mesmo. Eles devem esquecer que o Bucundji não jogou. Podem ter a certeza de que não abandonarei o barco por causa do que aconteceu no Gabão. Sou capitão da seleção nacional da Guiné-Bissau”, garante Bocundji
Por: Epifânia Fernandes Mendonça






















Nha ermon bu podi deixa suma ke sta ;mas és tudo I kestao di inveja ;é invejau nan mas Deus I pai;
A Guiné-Bissau foi, é e para sempre será assim (caso não mudarmos as nossas erráticas atitudes de pôr os nossos problemas pessoais em cima do interesse comum). Outra coisa também é que devemos, pelo menos, um pouco ter hábito de agradecer aquele que tanto labuta em prol dessa terra a qual o Amílcar Cabral e outros valentes combatentes deram seus sangues para torná-la independente.
Por mim, assim quanto creio que por vários guineenses também, o Bocundji não merecia ser subestimado assim no futebol guineense depois de tudo que assistimos, de pé, o vendo a fazer em prol de sua pátria, o jovem que tanto lutou, pela conta própria, para que haja uma seleção que tornaria a alegria do povo guineense depois de tantos mãos tratos que seus políticos, ao longo dos anos, vieram-lhes a dar. Mas, infelizmente! Essa é a maneira a qual os guineenses habituam a agradecer.
Para os que andam a criticar e falar palavrões ao nosso presidente da república, eu gostaria que pensam muito nessa exposição do Bocundji sobre ele. É claro que ele pode ser criticado assim quanto outros, mas só quero a vós dizer que ele é um homem de personalidade que cumpre com as suas palavras. Ele não é aquele que tudo só quer por si como os…
Guineenses , sinceremente falamos ou reclamamos de coisas sem importancia alguma!
Quando a equipa tecnica tem 23 jogadores, tera que escolher 11 jogadores apenas .
Se optar por jogador A ou B , sera sempre por apcao tactica.
SERA QUE NAO SABEM ESSA DISCUSSAO PODERA CRIAR MAU ESTAR NOS DJURTUS , NAS PROXIMAS COMPETICOES !?!?!?
DUVIDO !!!!!
SERA QUE ALGUM DIA DEIXAREMOS DE SER ASSIM !?!?!?
Agradeço a sua sinceridade e a sua preocupação com o seu povo e também pelo seu tipo de coração que em vez de odiar alguém mas não odiou, em vez de dizer aós fãs para fazerem escândalo mas não fazem nada fazem como eu. É muito interessante o seu tipo de comportamento capitão.
Mas seria muito bom Bocundji que falasse de tudo o que aconteceu em Gabão porque tem momentos que nós devemos falar e tem momento em que devemos falar e falar para valer.
Precisamos falar porq quando não falamos nos interpretam como um burro mas isso tem que acabar nesta terra. Deixemos de ser conformados com o que não está certo.
eu aho que e’ muito normal Bucundje nao jogar,como outros jogadores que nao jogaram tambem. Devemos raparar com isso.
acho que o sr CATIO BALDE terá-de-nos explicar muitas coisas sobre esse assunto !!!
Mais uma vez, quero agradecer o nosso capitão pelo civismo, desportivismo que tem mostrado até aqui, porque o que demonstrou aqui é mais uma prova inequívoca da sua maturidade não como jogador de futebol, mas sim como pessoa humana. Ele soube gerir o cas,, demonstrou aqui a sua capacidade de saber estar perante um problema é de procurar solução, é esse o papel do capitão.Nunca se deixe que os malfeitores te empure para o caminho errado. Que Deus te abençoe e te abra horizontes melhor
Eu, lamento profunda do que aconteceu com o atleta ou então as equipas técnica da seleção da guine-Bissau, falhou muito, principalmente treinador. Não poderia fazer isso com o atleta. Sobretudo o capitão. Isso mau fè…
Gostei da comunicação do Internacional. coragem jovem
O quê que esclareceste àfinal? Só gostam de darem nas vistas, aparecerem nos meios de comunicação social, nas fotos, nos jornais, sem terem noção do que dizem, “barbaridades”.
Grande capitão força conta com o meu apoio incondicionais viva a Guiné bisssu