A UNIÃO EUROPEIA PROMOVE A REDUÇÃO DA MORTALIDADE MATERNA E INFANTIL

O fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e as ONG Instituto Marquês de Valle Flôr e Entraide Médicale Internacionale assinalam, na quinta-feira, a cerimónia de conclusão do 1º ano de atividades do Programa integrado para a redução da mortalidade materno-infantil na Guiné-Bissau.

Programa integrado para a redução da mortalidade materno-infantil, iniciado em Julho de 2013, com duração de 36 meses, pretende diminuir de 25% a mortalidade materno-infantil, através da promoção das práticas familiares essenciais, do aumento das consultas pré e pós-natais, partos e consultas de crianças de idade inferior a 5 anos nos Centros de Saúde e Hospitais Regionais, refere a organização em comunicado enviado à redação d’O Democrata .

Segundo o mesmo documento, União Europeia assinala que, a intenção do Programa integrado para a redução da mortalidade materno-infantil é alcançar os seguintes resultados: Diminuição da frequência das rupturas de stock de medicamentos e consumíveis médicos

As estruturas de saúde passam a dispor de recursos adequados à prestação de cuidados de saúde materno-infantil (infraestruturas e equipamentos das salas de parto e de cirurgia).

Capacitação em serviço, com formação e acompanhamento, de cerca de 350 profissionais de saúde e de todos os agentes de saúde comunitária de 45 estruturas nas áreas de pediatria e saúde materno-infantil.

16 Práticas familiares essenciais são promovidas pelos agentes de saúde comunitária e adotadas pelas famílias e comunidades.

Gestão financeira das estruturas de saúde melhorada e a sustentabilidade financeira e administrativa das unidades de saúde assegurada.

Motivação dos técnicos das estruturas de saúde reforçada através de prémios de desempenho.

As dádivas de sangue aumentam e a transfusão é dinamizada.

Face à esta situação, o PIMI, diz EU, sempre se tem preocupado com o aumento da procura e do fornecimento dos serviços profissionais de saúde materno-infantil através de subsídios aos atos médicos de alto impacto e a evacuação gratuita para hospitais de referência em caso de emergência (mulheres em processo de parto, crianças doentes etc..)

A União Europeia financia 80% do custo total do programa de 8,9 milhões de euros, sendo os restantes 20%, cobertos pelos outros 3 parceiros.

“As mulheres grávidas e as crianças com menos de 5 anos beneficiam, através do programa, de melhor acesso a cuidados de saúde básicos de qualidade nas regiões de Biombo, Cacheu, Oio e Farim”, notou a organização em Bissau.

Por: Filomeno Sambú

 

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