O candidato do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Domingos Simões Pereira, depositou esta terça-feira, 17 de setembro de 2019, os dossiês da sua candidatura às eleições presidenciais no Supremo Tribunal de Justiça (STJ) para efeitos de análise das formalidades jurídicas estabelecidas pela lei. Simões Pereira foi acompanhado pelos seus vice-presidentes do partido, pelo Primeiro-ministro, Aristides Gomes e membros do seu governo, de altos dirigentes e centenas de militantes e simpatizantes do partido libertador.
Em declarações aos jornalistas, Domingos Simões Pereira disse que a sua candidatura é de estabilidade, com o objetivo de tornar a Guiné-Bissau um país viável, onde todos possam sentir-se felizes. Aproveitou a ocasião para pedir, mais uma vez, a confiança dos guineenses no seu projeto, garantindo que se apresenta como advogado dos carenciados, razão pela qual compromete-se em trabalhar para tornar a situação mais leve e combater as desigualdade a partir do dia de escrutínio, 24 de novembro do ano em curso, com a sua eleição como o Presidente da República.
“A partir do dia 24 de novembro, vamos construir um país diferente, onde todos serão convidados para juntos abrimos uma nova página. A Guiné é um país viável, se os guineenses forem capazes de usar os seus recursos para combater a pobreza de uma forma equilibrada”, disse.
Confiante na vitória, Simões Pereira compromete-se em trabalhar para a construção de uma nação coesa, unida, onde as diferenças sirvam de diversidade para unir os cidadãos, contou que por isso o seu slogan é “TCHON NA FRIA I TERRA NA RANKA”.

Para o presidente do partido libertador, a sua candidatura é unida e viável, criticando, no entanto, que há candidatos que ainda não conseguem ter uma retórica positiva.
“Felizmente o povo tem uma única alternativa que é o candidato do PAIGC para o abrir de uma nova página”, advertiu.
O líder do PAIGC afastou a possibilidade do acordo entre o Partido da Renovação Social (PRS) e Assembleia do Povo Unido – Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB) comprometer o governo da maioria parlamentar liderada pelo seu partido, da qual fazem parte a própria APU-PDGB, PND e UM.
Por: Epifania Mendonça
Foto: E.M





















