Um grupo de indivíduos armados terá interceptado domingo último (23 de Novembro) à tarde a comitiva do ministro da Administração Interna, Botche Candé, no caminho que separa as aldeias de Sintchã Aladje e Sintchã Bele pertencentes ao sector de Farim, norte do país.
Segundo um dos elementos da comitiva, os homens armados que se reclamam do general Cesar Badiate, chefe de uma das facções do Movimento das Forças Democráticas da Casamança (MFDC), pararam a comitiva do governante guineense e impediram-o de continuar a viagem pelo norte do país no âmbito de uma visita de trabalho em companhia de diferentes colaboradores.
De acordo com a mesma fonte, o grupo armado com bazuca RP-7, AK-47 e matrilhadora, alegou que a “zona onde se encontrava a comitiva não fazia parte do território guineense” mas sim “pertencia à jurisdição do grupo independentista da Casamança”.
Após o incidente, adianta a fonte de O Democrata, o suposto grupo rebelde terá solicitado um encontro com o ministro Botche Candé. O comandante do grupo separatista naquela zona, Duarte Djedju acompanhado do seu adjunto, Alfusene Djedju e do seu responsável pela informação, Abhas Djata mantiveram um encontro na manhã de segunda-feira (24 de Novembro), com o governante guineense na cidade de Farim.
Segundo as nossas informações, durante a reunião os rebeldes pediram a intervenção das autoridades guineenses na busca de soluções ao conflito armado na parte sul do Senegal protagonizado pelo MFDC desde 1982.
Por: Redação






















Até quando que essa vai terminar, já provocou muitas mortes e confusão de vendas de armas por parte dos governantes guineenses, que originou guerra entre nino e ansumane. Eles não tem direito de ter base no nosso território, porque temos boas relações com governo de senegal, além disso há ligação de povo. Mancanha, manjacos e fulupes, podem e devem fazer revedicaçao pacífica para autonomia, mas sem independência. Isto até nos que podia reclamar porque dantes faz parte do nosso território. Foi negociações entre Portugal e França.