O secretário do Alto Comissariado para a Covid-19, Plácido Cardoso, anunciou que o país registou 21 novos casos positivos e o que fez subir de 3825 para 3846 casos acumulados da Covid-19 na Guiné-Bissau. Deste número, 3576 recuperados, 69 óbitos por covid-19, 6 óbitos com covid-19 e 195 ativos. O médico fez este anúncio esta segunda-feira, 28 de junho de 2021, durante a apresentação semanal do boletim epidemiológico sobre a situação da pandemia de coronavírus no país.
Explicou na sua comunicação que na semana de 21 a 27 de junho, foram analisadas 997 novas amostras e das quais, 21 resultaram positivas e reapreciadas 16.
De acordo com o boletim desta semana, a região sanitária de Bissau registou 3244 casos acumulados, dos quais 3117 recuperados, 40 óbitos por Covid-19, 4 com Covid-19 e 82 casos ativos. A região de Biombo tem um total de 165 casos acumulados, dos quais, 139 recuperados, 13 óbitos por Covid19, 2 óbitos com Covid-19 e 14 casos ativos.
Na região sanitária de Bafatá, os dados mantêm-se em 112 casos acumulados e deste número, 71 recuperados, 12 óbitos e 27 ativos. Na região sanitária de Gabú, os dados mantêm-se em 76 casos, dos quais, 60 recuperados, um óbito e 15 casos ativos. Cacheu registou 74 casos acumulados, dos quais 69 recuperados, 1 óbito e quatro ativos. A região de Quínara saiu de 52 para 54 casos acumulados e no universo deste número, 43 recuperados, 2 óbitos e 9 ativos.
A região sanitária de Farim continua com os 23 casos acumulados, 22 recuperados e um caso ativos. A região sanitária de Oio subiu de 44 para 54 casos acumulados, dos quais 29 recuperados e 25 casos ativos. A região de Tombali registou 33 casos acumulados, dos quais 18 recuperados e 15 ativos. A região sanitária de Bolama tem 1 caso que também foi recuperado. A região dos Bijagós mantém o registo de 10 casos acumulados, dos quais, 7 recuperados e três ativos.
Cardoso anunciou ainda que estão internados 16 pacientes suspeitos e que a causa do internamento está relacionada com outras doenças.
Este responsável não descarta a possibilidade do país usar a vacina chinesa “SINOPHARM” que está a ser contestada por alguns países.
Salienta-se que a vacina chinesa “SINOPHARM” foi autorizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para uso global em adultos de 18 anos de idade e em regime de duas doses com um intervalo de 3 a 4 semanas. No entanto, decorre no país a campanha de vacinação de segunda dose da AstraZeneca iniciada na semana passada.
O Alto Comissariado não revelou até hoje o número exato das pessoas vacinadas durante a campanha de primeira dose iniciada no mês de Abril.
Por: Epifânia Mendonça
Foto: E.M





















