A Direção-Geral de Migração e Fronteiras da Guiné-Bissau deteve esta quinta-feira, 12 de Fevereiro, mais de 300 cidadãos de diferentes nacionalidades, em Bissau, entre os quais constam também cidadãos guineenses.
De acordo com o Director-geral desta instituição, Lino Lopes, tratou-se de uma operação de rotina para controlo de pessoas em situação ilegal, que acontece no último trimestre de cada ano, contudo a operação registou um atraso este ano.
A iniciativa envolveu cerca de 145 efectivos, entre militares da Guarda Nacional e oficiais da Policia do Serviço de Migração e Fronteiras da Guiné-Bissau.
Entre as pessoas detidas sem documentação encontram-se mulheres que utilizam véu islâmico, assim como algumas crianças. Perto de 175 pessoas detidas são da República da Guiné Conacri, 66 da Guiné-Bissau, 24 da Serra Leoa, cinco do Senegal, cinco da Nigéria, oito da Gâmbia, dez do Mali, sete da Mauritânia e três pessoas da Costa do Marfim.
De acordo com as autoridades nacionais, sendo que se trata de cidadãos da Comunidade de Estados da África Ocidental (CEDEAO), alguns vão ter um ou outro tratamento especial, contudo são categóricos em sublinhar que as pessoas detidas podem abandonar instalações prisionais mediante legalização da sua situação.
Muitas das mulheres detidas nesta operação exibiam os seus véus islâmicos junto das instalações da Direcção-geral de Migração e Fronteiras.
Fonte: PNN























É um bom sinal no sentido de proteger os nossos cidadões como os estrangeiros que se encontram a viver no nosso País. Uma coisa é certa, apesar de estarem a viver ilegal num País , devem ser tratados com todo o respeito e a dignidade como qualquer cidadão que vive num estado de direito ! . Não quero que as nossas agentes da autoridade tenham o mesmo comportamento que os Angolanos tiveram, de espancar os emigrantes Africanos iguais até a morte…