O hastear da bandeira do Reino de Marrocos no mastro do Palácio da República da Guiné-Bissau é a questão que tem estado a suscitar desde chegada ontem do monarca ao país, muita polémica no seio da população guineense e comentários contraditórios da parte dos internautas guineenses por mundo fora. O Rei Mohammed VI de Marrocos e a sua comitiva, instalaram-se no Palácio da República e a bandeira de Marrocos colocada no mastro principal do Palácio.
Uma parte de opiniões defende que o Chefe de Estado, José Mário Vaz, não podia sair do Palácio para morar na residência de hóspedes, a chamada “Casa de Pedras”; o normal seria que o monarca marroquino fosse acolhido na casa de hóspedes. Por outro lado, outras opiniões julgam de normal o facto de o Rei morar no Palácio. A mesma corrente de opiniões considera igualmente normal que a bandeira seja hasteada no Palácio presidencial guineense reservado ao rei.
O Democrata auscultou as opiniões de diferentes especialistas guineenses e estrangeiros em matéria de diplomacia e protocolo.
“HASTEAR DE BANDEIRA DE MARROCOS NO PALÁCIO GUINEENSE É UM CASO INÉDITO NA DIPLOMACIA”
Um diplomata estrangeiro que pediu anonimato explicou a’O Democrata que essa situação de hastear de bandeira de Marrocos no Palácio da República da Guiné-Bissau é um “caso inédito” em matéria da diplomacia.
O diplomata assegurou ainda que no seu entender as autoridades guineenses querem satisfazer o monarca marroquino, pelo que resolveram hospedá-lo no Palácio e hastear a sua bandeira.
“Essa situação é inédita. Eu particularmente nunca constatei isso. As autoridades guineenses querem satisfazer o rei Mohammed VI e obter mais benefícios da sua parte. Quem devia ficar na Casa de Pedras não é o Presidente José Mário Vaz, mas sim o rei Mohammed VI. Agora o facto de ele ter morado no palácio é obrigatório hastear a bandeira do país dele para mostrar a sua presença lá”, contou a mesma fonte.
“É ADMISSÍVEL DIPLOMATICAMENTE HASTEAR A BANDEIRA DE MARROCOS NO PALÁCIO GUINEENSE”
O antigo embaixador da Guiné-Bissau em França e actual Inspector do Ministério dos Negócios Estrangeiros, da Cooperação Internacional e das Comunidades, Dino Seidi explicou na sua curta declaração que “é admissível diplomaticamente hastear a bandeira de Marrocos no Palácio da República da Guiné-Bissau”, declarou sem dar mais detalhes.
Um dos conselheiros do Presidente da República, Dionísio Cabi que igualmente estudou em Reino de Marrocos, lembrou na sua declaração que aquando da visita do Rei da Arábia Saudita a Marrocos, o Rei Hassan II no trono naquela altura saiu do Palácio e permitiu que o Rei saudita hospedasse ali e durante a sua estadia foi hasteada a bandeira da Arábia Saudita.
“DESAFIO QUALQUER PESSOA QUE DIZ NÃO É POSSÍVEL HASTEAR A BANDEIRA DE MARROCOS NO PALÁCIO”
O especialista em assuntos diplomáticos e protocolares, o Embaixador Pedro Maria Mendes Costa (conhecido entre amigos de Embaixador Nuno) disse em entrevista exclusiva a’O Democrata por via telefónica que está disponível para desafiar qualquer pessoa que alega que a bandeira de Marrocos não devia ser hasteada no Palácio da República da Guiné-Bissau.
O diplomata de carreira com cerca de 40 anos de experiência assegurou que é admissível diplomaticamente hastear a bandeira de Marrocos no Palácio da República da Guiné-Bissau, tendo acrescentado ainda que isso não afecta nada em termos diplomáticos.
“O nosso país não tem uma residência oficial com melhores condições para albergar os hóspedes de marca, nomeadamente Chefes de Estados e Monarcas. A casa de pedras não tem condições para hospedar o Rei, por isso é que se hospedou no palácio presidencial. Isso é muito normal não há problema nenhum”, afirmou o diplomata.
Do ponto de vista cultural, comenta o diplomata, acontecem situações de género quando se desloca às zonas rurais. “Os nossos familiares deixam os seus dormitórios para os hóspedes como forma de lhes garantir uma estadia condigna”, acrescentou.
Por: Redação


















A democracia nao e’ intriga. Voces assumem um nome pesado para o vosso “journal”. Voces querem ser incendiarios. Os srs sao jornalistas de formacao universitaria? Perguntar nao e’ ofender, se me permitem! Fazem inquerito ou dao informacao? Partindo do principio democratico
Abracos.
É com enorme prazer que comento o assunto em questão.
De repente lembrei-me de vários episódio da Bandeira Nacional hasteada ao contrário nos postes ao longo da avenida (que também tem um significado, já lá vamos) e lembrei de comentar o assunto com o meu amissimo sobre como colocar / hastear uma bandeira”
Uma bandeira hasteada ao contrário: significa que o lugar que essa bandeira representa está sendo invadido pelo inimigo e é um pedido de socorro aos seus aliados!
A bandeira é o símbolo representativo de um Estado soberano, ou país; de um município, de uma sociedade, de um clã, de um reino, de uma coroa; existem normas para hastear as bandeiras e há toda uma simbologia inerente às mesmas. Não posso alongar muito no nosso caso porque desconheço a lei que rege as regras do desfraldar da bandeira e Decreto.
Normalmente na Guine-Bissau e em qualquer parte do mundo a bandeira nacional quando desfraldada com outras bandeiras estrangeiras, ocupará sempre o lugar de honra, de acordo com s normas protocolares em vigor.
Fico mais confuso, quando retiramos a nossa bandeira para hastear do visitante, na minha opção só se justifica com o nosso grau de hospitalidade.
SEUS DIPLOMATAS LEEM ISSO POR FAVOR!
http://audaces.blogs.sapo.pt/1532.html
Podem organizar um debate com esses “DIPLOMATAS”
Olha meus caros compatriotas, ainda é cedo e se calhar o Ministro da Administraçao Interna nao viu a vossa declaraçao e vos peço de mudar de ideia e pedir que a vossa intervençao seja retirada desse jornal, porque é uma vergonha pra voces e pra o Estado!
Estao na hora de votar a recolha obrigatoria a forças armada ou movimento escutista porque muitos precisam aprender!
Do ponto de vista cultural e da minha ideologia como sendo guineense de origem, falo eu lateralmente ou opostamente d que o hasteamento da BN por via da diplomacia nao e inadmissivel!!! mas sim e corretamente ser hasteada num sentido mais oposto em relaçao ao dos estrangeiros porque deve ter a demostraçao da soberania mais alta nao e pubis11?? eu realmente fui criticando a superioridade da da BN do monarca ou de Marrocos no polas, deve ser meio hastea no polas ja que o hospedasse la. estes exemplos ate nos seios dos nossos avos na aldeia kkkkkkk estamos fudidos!!! eu achava que estes folclores passaram mas a final continuam a ser representadas na cabeça dos nossos governantes hay Guine. situaçoes ineditas pah nao perder na historia da Guine-Bissau. uma coisa com a outra coisa e diferente pubis ninguem diz que a BN d Marrocos nao devia ser hasteada no polas, e podiamos ate criticar isso mas ja que o polas foi cedido pelo monarca e outra coisa ba nhus. a diplomacia nao conheço mas entendo um pouco dessa cena pubis!!! no lanta no critica utru assim so kuno pudi passa pah utru fase ba nhus… ninguim ka contra mas sim alguim fuci de ku mas bali, quil guine de bom bardade no djuntal nam i ninguim kana bim panta si kumpanher pabia de kuma no critica justiça kuna manda e pubis de guine ka pudi continua sim xplicasons hra ku guberno ou presidencia faci lapso!!! i humano mas sinoka pabia ina cedu limaria.
O especialista em assuntos diplomáticos e protocolares, o Embaixador Pedro Maria Mendes Costa (conhecido entre amigos de Embaixador Nuno) disse em entrevista exclusiva a’O Democrata por via telefónica que está disponível para desafiar qualquer pessoa que alega que a bandeira de Marrocos não devia ser hasteada no Palácio da República da Guiné-Bissau.
Eu me envergonho dos assim chamados diplomatas, homens de ciência que levianamente ousam desafiar pessoas sem que antes consultem documentos baluartes da nação. Nas nossas aldeias, nenhuma dignidade dispensa a sua casa sagrada para visita. Somos guineense porque temos uma pátria, uma bandeira e um hino nacional. Não os conseguimos a bandeja. Custou suor, sangue e vida de homens e mulheres dignos desta pátria. Mas sendo pobres, temos uma partia uma bandeira e um hino que alguns povos não teem. O que aconteceu prova que nos nos entregamos por uma banana.
Uma vergonha!!!! Guiné-Bissau precisa de pessoas que sabem pensar rápido e não irracionais, medíocres.(…) chega de parvoíce!! O nosso país se chama Guiné-Bissau não tem nada a haver com outros nomes. Tem as suas leis, sua tradição e seus direitos como nação e não como propriedade. Se fosse, assim teria sentido mudar da residência para o lado sei la!! Por simples ser “Rei” o pior de tudo, o nosso nacional das histórias bons claro que não poderia faltar más!! Se nós nos respeitamos a nós próprios, alguém terá obrigação de nos também respeitar. Uma vergonha sim!!!
Do nosso símbolo nacional queria eu dizer.
Simplesmente uma vergonha!!!!!