Visita às fábricas : MINISTRO DA INDÚSTRIA ‎APONTA A  INDUSTRIALIZAÇÃO COMO FATOR DE DESENVOLVIMENTO 

O ministro da Indústria, Transformação e Promoção Produtos Locais, Florentino Fernando Dias, afirmou esta terça-feira, 09 de setembro de 2025,  que nenhum país no mundo pode desenvolver sem apostar na industrialização, razão pela qual  a Guiné-Bissau deve acrescentar o valor à matéria-prima, dando possibilidade para que a população seja empregada e assegurar que os produtos consumidos sejam de qualidades.

‎Florentino Fernando Dias falava aos jornalistas após ter visitado as  fábricas de Blocos, de Farinha Trigo, da Unidade de Produção de Sabão, de  Omo e da Lixívia, ambos sedeadas na zona industrial de Bolola em Bissau.

‎Afirmou que não existe uma economia dinâmica que não tenha a aposta na industrialização, assegurando que as portas daquele ministério estão e continuarão abertas para todos a fim de trabalhar com as empresas industriais, concebendo políticas que vão ao encontro das necessidades industriais para que possam contribuir para a economia da Guiné-Bissau.

‎Questionado sobre as preocupações levantadas durante a visita pelos responsáveis das instituições no que diz respeito ao abastecimento da energia às fábricas como forma de minimizar os custos em termos de compra de gasóleo para grupos de geradores, Florentino Fernando Dias assegurou que a instituição que dirige vai continuar a trabalhar, porque “a Guiné-Bissau beneficia da corrente eléctrica no âmbito da cooperação da Organização para a Valorização do Rio Gambia (OMVG)”.

‎Defendeu que faz todo o todo sentido fazer chegar a energia a todos, em especial, às empresas que trabalham na indústria.

‎“Disseram que a energia que é fornecida ainda está instável de maneira que é preciso algum investimento prévio. Vamos trabalhar com Ministério da Energia e a Empresa de Eletricidade e Água da Guiné-Bissau (EAGB) para que os moradores possam beneficiar desse privilégio.

‎”O que deve ser feito é que  seja feito para que as empresas possam beneficiar da energia da OMVG. Constatámos também durante a visita que  existem algumas empresas com condições que deixam de desejar. A inspecção e o serviço de assistência e promoção empresarial devem continuar a trabalhar para acompanhar essas empresas a  inovarem as suas condições”, sublinhou.

‎Por seu lado, o responsável do Conselho de Administração da Unidade de produção de Sabão, Mamadu Iero Djamanca, informou que aquela fábrica foi criada com objetivo de dar resposta às necessidades da população guineense.

‎Mamadu Iero Djamanca informou que aquela empresa tem uma capacidade para  produzir 640 toneladas de sabão,  por dia, mas neste momento produz entre 100 a 150 toneladas em função de disponibilidade da matéria-prima e da demanda.

‎Por: Aguinaldo Ampa                        

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