Alfredo Insali foi eleito como presidente dos Tigres da Fronteira de São Domingos, para o mandato 2026-2029, com um total de 43 votos dos associados deste clube sediado na zona da fronteira entre a Guiné-Bissau e o Senegal.
Ao Insalí, que substitui no cargo Mamadu Leni Dabó, foi confiada a liderança do clube nortenho numa assembleia eletiva que decorreu no último sábado 10 de janeiro, no setor de São Domingos na presença de 44 dos 63 sócios do clube que milita na primeira liga de futebol nacional.
Este ato eleitoral para eleger novos órgãos sociais dos Tigres de Fronteira de São Domingos, teve somente uma lista que concorreu à liderança desta formação, a lista liderada por Alfredo Insalí.
Nas suas breves palavras após o ato eleitoral, Alfredo Insalí mostrou-se satisfeito pela confiança dos associados na sua pessoa para assumir o destino do clube para os próximos 4 anos.
“Só tenho que agradecer as pessoas que impulsionaram a minha candidatura para o clube, agora prometo trabalhar no sentido de dar alegria aos adeptos do clube”, disse.
Na sua breve intervenção perante os associados, o líder do clube nortenho, lembrou que devido a dimensão dos Tigres de Fronteira de São Domingos, a equipa não pode cada época desportiva lutar somente para a permanência na primeira divisão do Campeonato Nacional.
De acordo com a comissão organizadora do pleito eleitoral, a cerimónia de tomada de posse da nova Direção do clube está marcada para o dia 24 de janeiro de 2026, em São Domingos.
Importa salientar que para além da escolha do novo presidente do clube, os associados fizeram a apreciação do balanço da época desportiva 2024-2025, apresentação do plano de atividades e orçamento para a época 2025-2026 e a discussão de assuntos diversos de interesse do clube.
O congresso eleitoral foi convocado na sequência dos protestos de um grupo dos associados dos Tigres de Fronteira de São Domingos da então Direção do clube liderado por Mamadu Leni Dabó que iniciou desde 2024.
Os sócios em protesto alegam que o clube angariou maus resultados porque esta direção do clube não teve nenhum projeto viável para o clube, porque “desde que assumiu a liderança não realizou nenhuma Assembleia Geral para mostrar aos associados os objetivos preconizados durante a época desportiva.
Na altura dos protestos, Leni Dabó, disse que ia respeitar a posição do grupo de associados num país democrático, onde cada pessoa é livre de pensar e expor o seu sentimento.
Dabó foi eleito em novembro de 2022, com 34 votos dos associados, num universo de 40 sócios, mas dois anos a frente do clube foi alvo de críticas dos associados, que motivou a demissão dos vários elementos da sua direcção em 2024 e 2025.
Por: Alison Cabral





















