O governo de transição liderado por Ilídio Vieira Té afirmou e garantiu que não haverá qualquer complacência com a violência ou criminalidade no país.
Em reação à morte do ex-secretário-geral do Movimento Cívico Revolucionário “Pó di Terra”, Vigário Luís Balanta, o Executivo sublinhou que o Estado tem a responsabilidade de proteger os cidadãos e assegurar a justiça.
“Perante a gravidade da situação, o governo condena o ato com a maior firmeza”, lê-se no comunicado a que O Democrata teve acesso esta terça-feira, 31 de março de 2026.
No mesmo documento, o governo informou que já instruiu as autoridades judiciais, policiais e de investigação criminal “a agirem com urgência” para apurar os factos, identificar os responsáveis — tanto materiais como morais — e assegurar a sua responsabilização nos termos da lei.
Segundo o comunicado, as equipas criadas já se encontram no terreno a realizar diligências periciais, sanitárias e investigativas consideradas essenciais para o esclarecimento do crime.
O Governo lamentou que o crime tenha ocorrido num momento em que o país procura consolidar a normalidade institucional, a paz social, a segurança pública e o funcionamento pleno das instituições.
Na sequência da morte do ativista, o primeiro-ministro de transição, Ilídio Vieira Té, apresentou, em nome do Executivo, condolências à família, aos amigos e à comunidade da vítima, expressando solidariedade neste momento de luto.
O Executivo classificou o crime como “bárbaro” e afirmou que o caso “choca a consciência nacional”, por atentar contra a dignidade humana e os valores fundamentais da convivência social.
O Governo reiterou o compromisso de esclarecer o caso dentro do quadro do Estado de Direito, defendendo que a Guiné-Bissau precisa de paz, de estabilidade e de confiança nas instituições.
Por: Filomeno Sambú
















