O Chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas da Guiné-Bissau, General Biague Na N’ Tan, pediu a melhoria de condições de militares nas casernas, noticiou o “Defensor”, órgão de informação do Estado-Maior, na sua última edição datada de 22 de Outubro.
No “Defensor”, editado mensalmente, o General Biague Na N’Tan procedeu ao balanço de um ano no exercício das suas funções do Chefe de Estado-Maior General das Forças Armadas da Guiné-Bissau.
Biague Na N’Tan disse na sua entrevista ao “Defensor” que os militares precisam de ter melhores condições nas casernas e reiterou o compromisso dos militares guineenses em continuar a submeter-se ao poder político.
Na mesma tribuna, o general lembrou que durante a sua investituda ao cargo comprometeu-se com a comunidade nacional e internacional sobre o trabalho que teria a testa da instituição militar guineense e que tinha consciência das dificuldades que ia encontrar.
“Comprometi-me perante a sociedade guineense e a comunidade internacional através de três prioridades, designadamente, o respeito pela Constituição da República e demais leis, a organização das forças armadas e a criação de condições necessárias para a formação de jovens militares”, assegurou.
Relativamente ao respeito da Constituição da República e demais leis do país, General Na N’ Tan disse estar a cumprir o que havia prometido através de respeito e subordinação ao poder político democraticamente eleito.
“A primeira etapa foi cumprida, dado que os elementos da Divisão de Assuntos Sociais deslocaram-se para as regiões no sentido de sensibilizar os militares e para-militares de que todos os fardados devem respeitar a Constituição da República”, contou o Chefe de Estado-maior.
Por: Redação






















Realmente, o General é um homem amante da paz, um um patriota, um garante de estabilidade nacional, um homem que sempre pansa ver a nossa Guiné a transformar num paraiso.
Que Deus abençõe o General Nan Tan e que lhe dê muitos anos para viver mais.
O Chefe de estado maior general das forças armadas, disse que os militares vão continuar a submeter o poder politico.
Isso é uma obrigação dos militares submeterem ao poder politico, e de nenhuma forma deve ser uma opção do estado maior das forças armadas, se a submissão é algo que consta na lei, quer querendo ou não somos obrigados a cumprir com o que esta estipulado na lei, porque ela (a lei) está acima de todos, e o seu cumprimento não está vinculado a decisão pessoal.
O problema de impunidade que reina na Guiné-Bissau, leva os militares a subverterem a ordem constituicional constantemente, o que é inadmissível num regime democrático.
no sistema democrático o povo elege os seus representantes através do seu voto, e é o povo que deve decidir sobre a continuidade ou não destes, e não de forma inconstituicional, ou sobretudo através de golpes de estado.
Mas por outro lado apoio o comportamento deste chefe de estado maior que tem estado a cumprir duma forma brilhante com o seu papel, de afastamento dos militares nas decisões que não são da sua competência, ou melhor que competem aos políticos e o povo.
Cada um onde quer que esteja deve dar a sua contribuição para o desenvolvimento da nossa querida Guiné.
as divergências de opiniões nunca devem constituir motivos de conflitos mas sim a busca de melhores soluções para o país.
Como cidadãos, tem toda razão para exigir melhores condições de vida: E se for necessário podem fazer manifestações e até podem estacionar tanques frente à presidência, ANP e primatura.
Obedecer não implica viver na sujeira enquanto esses aldrabões ostentam luxo.
Sem as forças armadas esses gajos não passariam de uns paneleiros!!
Não lhes dêem sossego que não merecem!