A jornalista do semanário ‘O Democrata’, Aissato Só foi vencedora da 2ª edição do prémio “Jornalismo e Direitos Humanos” na categoria da Imprensa Escrita, com a reportagem sobre Clínicas Privadas e Consultórios Médicos: Um Perigo “Ignorado” pelo Ministério de Saúde, levando cheque de 150 mil francos CFA e alguns livros.
Criado em 2014 pelo Observatório dos Direitos da Guiné-Bissau, o prémio recompensa três melhores reportagens em 3 categorias (rádio, imprensa escrita e televisão).com conteúdos relacionados com os direitos humanos.

Visivelmente emocionada, Aissato Só considerou que foi um “grande orgulho” ganhar o troféu, enaltecendo que o verdadeiro vencedor do prémio é ‘O Democrata’, com destaque para o Diretor Geral António Nhaga, quem a incentivou a seguir a carreia jornalística. “Se não fosse aquele Semanário eu não poderia conquistar a referida distinção jornalística”, afirmou a jovem repórter antes de dedicar o prémio a todo o pessoal do jornal lançado em 2012.
Só exortou os jornalistas a trabalharem sempre com espírito de trazer à luz do dia aquilo que as pessoas não conseguem ver do fundo. “É isso que o jornalista deve trazer para que o público fique bem informado”, acrescenta Aissatu, de 25 anos de idade.
Solicitado a pronunciar-se sobre o papel dos jornalistas relativamente aos direitos humanos, Aissato Só disse que os profissionais de comunicação social devem trabalhar no sentido de sensibilizar as populações sobre seus direitos e deveres.
Além de Aissato Só, foram premiados também Braima Darame da Rádio Jovem e Demba Sanhá da Televisão de Kelélé (TVK), nas categorias de rádio e televisão respectivamente.
Por: Sene Camará
Foto: Marcelo N’Canha Na Ritche





















