MAIS DE METADE DOS IMIGRANTES RESIDENTES NO PAÍS SÃO PROVENIENTES DA GUINÉ-CONAKRI

Um estudo conduzido pelo Instituto Nacional de Pesquisas da Guiné-Bissau concluiu que 54% dos imigrantes da África Ocidental residentes no país são originários da Guiné-Conacri, revelou hoje à Lusa, a coordenadora do trabalho, a investigadora Manuela Mendes.

O trabalho baseou-se nos dados do recenseamento mandado fazer pelo Governo guineense, em 2009, no qual foram analisadas as dinâmicas migratórias entre os cidadãos de países da África Ocidental na Guiné-Bissau.

O estudo concluiu que dos cerca de 40 mil cidadãos estrangeiros legalmente residentes na Guiné-Bissau, até 2009, 35 mil são originários da África Ocidental, nomeadamente da Guiné-Conacri (54%), Senegal (24%), Mauritânia (4,9%), Nigéria (4,5%), Mali (4,1%), Gâmbia (3,1%), e Níger (2,1%).

Segundo o estudo, os cidadãos de Cabo Verde, Burkina-Faso e Togo representam um total de 1,6%, enquanto os da Costa do Marfim, por si só, correspondem à 1,0%.

Todas estas comunidades procuram a Guiné-Bissau ´por ser um país atrativo em termos do comércio´, a principal atividade a que se dedicam, revelou ainda a coordenadora do estudo.

«Procuram a Guiné-Bissau que é para eles um país atrativo para o comércio, os nativos da Guiné não têm a cultura de vender, enquanto nos outros países o comércio é algo de tradição», precisou Manuela Mendes.

A investigadora adiantou ainda que o estudo concluiu que aquelas comunidades imigradas estão ´perfeitamente integradas´ na Guiné-Bissau, embora a análise não se tenha debruçado, concretamente, quanto à existência de conflitos, frisou.

 

 

 

Fonte: Lusa

1 thought on “MAIS DE METADE DOS IMIGRANTES RESIDENTES NO PAÍS SÃO PROVENIENTES DA GUINÉ-CONAKRI

  1. Pois. Os nativos da GB nao teem a cultura de vender segundo as conclusoes da investigadora Manuela Mendes. Devia aprofundar as suas investigacoes sobre o “porque deste comportamento de haver a cultura de vender” para que sua Investigacao cientifica seja concretizada. “Vender” nao e a cultura especifica de um determinado povo. “Vender” e a estrategia para sovrebiver e isto nao exige a formacao academica superior como estamos a presencear na comunidade dos emigrantes da GC em Bissau. Eles fazem todos tipos de trabalho que nenhum Guigui quer fazer porque todos sao Doutores so por estarem no Primeiro Ano da Faculdade ou por vestirem fatos bonitos ou por estarem a exercer a funcao de politica no pais que e uma actividade inkompativel com os seus talentos. Enquanto o comercio dos emigrantes da GC e de vender OS produtos e fazer trabalhos sujos o comercio dos Guineenses e de obter a posicao no Governo para enriquecimento ilicito que nao contribui para o Desenvolvimento Economico e social para o proprio pais. O poder Economico condiciona e modela o comportamento na tomada das decisoes nao so ao nivel politico mas tambem ao nivel social. Se observarmos minuciosamente o reflexo do poder Economico dos emigrantes da GC na GB presenceamos ao mesmo tempo um aumento ao extremismo conservativo religioso ligado a falta da liberdade das mulheres, construcoes de medquitas todos os bairros da GB e o extremo uso do Jiab para cobrir o rosto. Dai pergunto eu: ” Qual e a funcao do Estado da GB como elemento regulador deste comportamento dentro da sociedade Guineense? “Que seria da sociedade Guineense se todas as religioes ca existentes comecassem a construir as suas igrejas e centrod religiosos em toda a parte? Sera que a GB e “Estado Laico” como diz a Constituicao? Quem e o cumplice de todo este fenomeno?

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