O Partido da Renovação Social (PRS) afirmou que se manterá “fiel” ao acordo da incidência parlamentar rubricado com o Movimento para Alternância Democrático (MADEM) e com a Assembleia do Povo Unido – Partido Democrático da Guiné-Bissau (APU-PDGB), razão pela qual não está em condições de assinar outro acordo político com seja qual for a formação política.
A posição dos renovadores foi tornada pública pelo seu vice-presidente, Certório Biote, durante a sua declaração aos jornalistas, à saída de uma reunião com a direção do PAIGC, com vista a encontrar uma solução para a formação do novo governo.
O vice-presidente do Partido da Renovação Social (PRS), Certório Tamba, explicou aos jornalistas que responderam ao convite dos libertadores (PAIGC) que procuram encontrar uma solução política para a formação do governo, de acordo com a recomendação do chefe de Estado guineense, Úmaro Sissoco Embaló. Uma recomendação que se seguiu também a do comunicado da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO).
A comissão da CEDEAO apelou às autoridades guineenses e ao inclusive Presidente da República a formarem novo governo na base da Constituição e dos resultados das eleições legislativas de 10 de março de 2019.
Certório Biote enalteceu a iniciativa do PAIGC, mas disse que informou à direção dos libertadores que o seu partido rubricou um acordo de incidência parlamentar com o MADEM e APU-PDGB, por isso não está em condições de assinar outro acordo seja qual for formação política.
“Deixamos claro aos libertadores que o acordo tripartido que assinamos está aberto para qualquer que seja formação política da Guiné-Bissau, de formas a podermos ter uma enorme capacidade no parlamento”, indicou.
Por: Assana Sambú
Foto: A.S





















