A Confederação Nacional da Juventude Islâmica defendeu a participação da juventude islâmica na política como forma de contribuir e dar suas visões sobre a política do país.
A posição foi tornada publica esta segunda-feira, 01 de setembro de 2025, no Centro Escolar Attadamum, pelo Presidente da Confederação Nacional da Juventude Islâmica, Amza Seide, na cerimónia de abertura de 3ª edição de Formação e capacitação dos jovens que terá duração de 12 dias.
A iniciativa visa promover o fortalecimento de competências e partilha de experiências entre diferentes atores, com foco voltado para a valorização do conhecimento e o desenvolvimento da comunidade.
Criticou que quando há campanha de recenseamento e outras atividades a comunidade islâmica é chamada para contribuir na sensibilização das pessoas no sentido de se recensearem, mas não têm o direito de dar suas contribuições em termospolíticos.
“Porque várias vezes acompanhamos insultos e difamações nas redes sociais, mas as organizações islâmicas, incluindo a Juventude Islâmica não são solicitadas a darem a sua contribuição”, disse.
Amza Seide informou que a iniciativa deve servir como um espaço de reflexão para toda a juventude e disse que a organização vai continuar a trabalhar para que a juventude não fique apenas limitada a questões islâmicas.
Por sua vez, o presidente do Instituto da Juventude, Ussumane Sadjo, sublinhou que o evento deve servir como um momento de reflexão e de partilha de ideias para a juventude islâmica, porque “a religião muçulmana deve ter um papel muito importante na construção da paz, desenvolvimento e de transformação do homem”.
Ussumane Sadjo realçou a relevância de uma convivência na diversidade de opiniões como forma de promover debates, bem como a participação da juventude islâmica nos debates sociopolíticos, económicos e social
Segundo Ussumane Sadjo, a juventude islâmica deve começar a valorizar-se e superar os erros a cada dia.
Sadjo incentivou os jovens a agirem com sabedoria quando lhes é confiado o poder, deixar de se apropriar das coisas que não lhes pertencem.
Por: Carolina Djemé





















