Eleições gerais: PARTIDO SOCIALISTA DOS TRABALHADORES DEFENDE A REALIZAÇÃO DAS AUTARQUIAS  

O presidente  do Partido Socialista  dos Trabalhadores  da Guiné (PSTGB), Sene Bacai Cassamá, defendeu a realização das autarquias na Guiné-Bissau para impulsionar o processo de desenvolvimento do país.  

Sene Bacai Cassamá, que falava esta segunda-feira, 03 de novembro de 2025, depois de uma passeata para se inteirar dos problemas das comunidades do Bairro Militar, disse se o partido conseguir assentos nas próximas legislativas usará  o Parlamento  para definir a realização das eleições  autárquicas no país, para permitir a  descentralização dos serviços e responsabilidades políticas e sociais das regiões e setores e promover o desenvolvimento local. 

O presidente   do PSTGB afirmou que o partido tem como objetivo principal  defender a classe dos Trabalhadores e a sua dignificação, desde as condições de trabalho às  remunerações, razão pela qual “temos como  prioridades os setores sociais, a saúde, a educação, agricultura e áreas adicionais”.

Prometeu, neste particular, usar a sua influência no Parlamento para  que haja melhoria de condições de  trabalho  do centro de saúde do Bairro Militar e colocação de recursos humanos de qualidade para atender as necessidades da população.  

Na ocasião, afirmou que o centro de saúde local está a precisar de muitas coisas, nomeadamente a ampliação visto que o número da população está a crescer cada dia.

Sene Bacai Sanhá apelou por um lado, apelou  aos partidos políticos, às coligações eleitorais e aos candidatos concorrentes às presidenciais de 23 de novembro a fazerem da campanha uma festa da democracia e que decorra num ambiente de paz, sem insultos nem discursos de ódio e incitação à violência.

Em declarações aos jornalistas, prometeu anunciar, em breve, o candidato que  PSTGB  vai apoiar  nas eleições presidenciais,  alegando que de momento o partido está   em negociações  com os candidatos e vai apoiar apenas o candidato  que tiver a mesma linha ideológica que ele. 

Por sua vez, o diretor  do  centro de saúde do Bairro Militar, Adul Djaló, afirmou que  o centro já não é suficiente  para atender as demandas da comunidade,  tendo em conta  a dimensão do próprio  bairro e pediu maior atenção ao centro.

Por: Jacimira Segunda Sia

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