A Embaixada da República Popular da China na Guiné-Bissau financiou a reabilitação e modernização da escola “Amizade Sino-Guineense”, na cidade de Bafatá, num valor estimado em 22 milhões de francos CFA.
A escola, construída pelo governo chinês em 2008, tem capacidade para acolher 1.573 alunos e foi erguida no âmbito da cooperação existente no setor da educação entre os dois países.
A cerimónia de lançamento da primeira pedra para a reabilitação do edifício contou com a presença das autoridades regionais e tradicionais, bem como de populares da comunidade.
No seu discurso, o Embaixador da República Popular da China na Guiné-Bissau, Yang Renhuo, afirmou que a educação “é a base do desenvolvimento de um país”, sublinhando que a China atribui “grande importância” aos intercâmbios e à cooperação educativa com a Guiné-Bissau.
“A criação da Escola Amizade Sino-Guineense é um resultado concreto dessa cooperação, refletindo de forma viva a amizade tradicional entre os dois países”, destacou o diplomata.
Yang Renhuo afirmou ainda ser “com grande satisfação” que participa no lançamento do projeto de reabilitação da escola, cujo objetivo é melhorar as condições de ensino, oferecer melhores garantias de aprendizagem e assegurar que, durante a estação das chuvas, os alunos possam ter aulas com tranquilidade e segurança, num edifício renovado e com cobertura adequada.

“Este ano é o Ano China-África de Intercâmbio entre os Povos. É com satisfação que constatamos que, ao longo dos últimos anos, os povos chinês e africano têm-se aproximado cada vez mais, a cooperação bilateral tem-se expandido continuamente e a amizade sino-africana tem-se aprofundado”, acrescentou.
O embaixador recordou que tanto a China como os países africanos atravessam uma fase crucial de desenvolvimento e revitalização, esperando que os alunos estudem com empenho, contribuam para o progresso da Guiné-Bissau e conheçam melhor a cultura chinesa, tornando-se promotores da amizade sino-guineense.
Por sua vez, o diretor da Escola Amizade Sino-Guineense, Infamará Nanque, elogiou o apoio do governo chinês, que, segundo ele, “permitiu uma maior mobilização dos alunos”, agradecendo a pronta resposta da embaixada ao pedido apresentado pela direção da escola.
“Na sequência da solicitação feita pela direção, a Embaixada da China disponibilizou-se imediatamente para apoiar o nosso pedido”, revelou.
Por: Assana Sambú





















