Dia dos Mártires: Liga defende valorização dos trabalhadores e combate aos salários de miséria

A Liga Guineense dos Direitos Humanos (LGDH) afirmou que, apesar do “inestimável contributo” dos trabalhadores para o desenvolvimento nacional, muitos continuam a enfrentar condições laborais precárias, salários de miséria, atrasos no pagamento dos vencimentos, insegurança no emprego e ausência de proteção social adequada.

Numa mensagem distribuída à imprensa esta segunda-feira, 3 de agosto de 2026, a organização defendeu que nenhum trabalhador deve ser condenado à pobreza enquanto, com o seu esforço, sustenta famílias e contribui para o progresso da nação.

“Nenhum trabalhador deve ser condenado à pobreza enquanto, com o seu esforço, sustenta famílias e contribui para o progresso da nação”, sublinha a LGDH no comunicado consultado por O Democrata.

Na mensagem alusiva ao Dia dos Trabalhadores da Guiné-Bissau, assinalado a 3 de agosto e publicada na página oficial da organização no Facebook, a Liga considera que “esta realidade fere a dignidade humana, aprofunda as desigualdades e compromete o desenvolvimento económico e social do país”.

A LGDH apelou ao Estado, aos empregadores e à sociedade para que assumam um compromisso firme com a valorização do trabalho, a proteção dos direitos dos trabalhadores e o cumprimento efetivo das leis nacionais e dos instrumentos internacionais de direitos humanos.

Para a organização, defender os direitos dos trabalhadores é defender a dignidade humana. A Liga sustenta ainda que não pode haver desenvolvimento sustentável com trabalho precário, nem justiça social com salários de miséria.

“Defender os direitos dos trabalhadores é defender a dignidade humana”, afirma a organização, acrescentando que “não há desenvolvimento sustentável com trabalho precário, nem justiça social com salários de miséria”.

Por: Aguinaldo Ampa

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