O Movimento Político de Estudantes e Trabalhadores Guineenses (Firkidja di Pubis) denunciou uma alegada tentativa de “formalização de um Estado Militar” na Guiné-Bissau e rejeitou a justificação de que a revisão constitucional visa garantir a estabilidade política e governativa do país.
Num comunicado datado de 26 de agosto de 2026, consultado por O Democrata, o movimento considera que a reforma constitucional, “nos moldes em que está a ser conduzida”, poderá agravar a instabilidade política, em vez de contribuir para a sua resolução.
Por esta razão, o Firkidja di Pubis rejeitou a realização do referendo constitucional convocado pelas autoridades de transição e apelou aos cidadãos de diferentes setores sociais, incluindo trabalhadores, estudantes, jovens e idosos, para que não participem na consulta. O movimento entende que o referendo poderá servir para legitimar alterações à ordem constitucional vigente.
Segundo a organização, a consulta popular visa alterar a Constituição da República num contexto marcado pela “restrição das liberdades fundamentais e pela ausência de legitimidade popular das atuais autoridades”.
No comunicado, o Firkidja di Pubis apelou ainda às forças democráticas da Guiné-Bissau para reforçarem a sua unidade, organização e mobilização, com o objetivo de “derrotar a ditadura sissocista travestida de Alto Comando Militar”.
Por: Tiago Seide



















kal sakalata…!
Desde quando eh que a GbIssau deixou de ser um estado militar…?
Foram os militares que proclamaram a republica em 1973…foram os militares que fizeram as reformas da constituicao de 1984, apos o golpe de 1980, seguindo-se depois as modificacoes de 1991 e 1993…
Foram sempre os mesmos militares….e onde estaria a novidade …???