UNIOGBIS PROMOVE JORNADA DE REFLEXÃO SOBRE ESTABILIDADE POLÍTICA DO PAÍS

O Gabinete Integrado das Nações Unidas para Consolidação da Paz na Guiné-Bissau (UNIOGBIS), em colaboração com as organizações da Sociedade Civil e facilitadores internacionais, apoia e organiza uma jornada de reflexão sob lema “No misti estabilidade” com objetivo de promover uma reflexão que possa apoiar as entidades do país na busca de um consenso nacional sobre a estabilidade política.

O evento decorre na Assembleia Nacional Popular de 27 a 28 do mês em curso e conta com cerca de 200 participantes entre a Presidencia da República, Assembleia Nacional Popular, Governo, Poder Judical, Militares, Lideres Tradicionais e Religiosos, Sociedade Civil, Partidos Políticos, Sindicatos, Associações e Parceiros Internacionais.

Os participantes irão discutir possiveis mecanismos de concertação; operacionalização da interdependencia dos Poderes na Constituição, um tema que será orado por Rui Marques; mecanismos geradores de confiança e esforços de Reconciliação Nacional, orado por Ismael Fal; e mecanismos de seguimento e apropriação nacional, orado por Carlos Cardoso.

O Representante Especial do Secretário-geral das Nações Unidas na Guiné-Bissau, Miguel Trovoada, assegurou que os pactos que têm sido falados no país, não tiveram ainda a sua concretização, e não se elaborou nenhum documento apartir do qual se pudesse discutir a questão da estabilidade.

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“Tivemos a iniciativa de organizar esta jornada de reflexão, através das quais haverá uma ventilação de ideias de uma forma participativa e interventiva, tanto das autoridades nacionais como estrangeiras, para poderem enriquecer o debate e fornecer bases de dados que poderão servir para aqueles que têm responsabilidade de negociar o pacto de estabilidade para melhor encontrar subsídios”.

Recorde-se que desde o início da legislatura, a questão da estabilidade governativa tem sido mencionada por muitos intervenientes nacionais e internacionais. Na base disso, o Representante Especial das Nações Unidas na Guiné-Bissau incumbiu uma equipa da UNIOGBIS a iniciar uma consulta com as autoridades nacionais, partidos políticos, sociedade civil, sindicatos, líderes religiosos e intelectuais para abordar estes temas.

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Por: Aguinaldo Ampa

Fotos: Braima Daramé

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