As organizaçoes sindicais do país, a União Nacional dos Trabalhadores da Guiné (UNTG) e a Confederação Geral dos Sindicatos Independentes entregaram esta quinta-feira um memorando ao governo guineense sobre o Trabalho Infantil no país.
O documento espelha entre outros aspetos, a luta contra o trabalho infantil na Guiné-Bissau, e sobretudo pede que se elenque ou seja que se elebore uma lista das piores formas do trabalho dos menores no país, conforme disse à imprensa, Estevão Gomes Có, Secretário-geral da UNTG.
“ Os sindicatos querem é, ver que o Governo mude a política. Mandar as crianças a escola e não ao trabalho. A escola é um direito que as assiste e tal como está na Constituição do nosso país deve ser respeitado”, refere o sindicalista. Todavia, Estevão Gomes Có sublinha que não adianta ter isso na Constituição e, na prática, torna-se nulo ou inexequível isto, numa clara alusão ao ano letivo 2013/2014, em que praticamente nada funcionou devido a recorrentes greves dos professores no setor.
Cesaltina da Silva, conselheira do Primeiro-ministro para a área da agricultura foi quem recbeu o memorando.
Na ocasião, mostrou que a situação das crianças na Guiné-Bissau também foi a preocupaçao do Governo. Neste sentido, garante fazer chegar o documento ao Chefe do Governo de Transição para a sua análise exuastiva .
A Uniniao Nacional dos Trabalhadores da Guiné e a Confederação Geral dos Sindicatos Independentes querem ainda ver no futuro, o engajamento do Governo face à situaçao do trabalho infantil e a elaboraçao de um plano nacional de luta contra o trabalhodo menores no país ,isto independentemente de quem estiver ou não na governaçao.
Antes da entrega do memorando, as duas maiores centrais sindicais organizaram uma marcha simbólica que teve início a partir do Poilão de Brã, em Bissau e desdobrou-se até ao Palácio do Governo, culminando com a entrega do documento ao governo.
Na quarta-feira, estas mesmas organizaçoes haviam atribuido cartão vermelho ao executivo de Rui Duarte Barros pela sua inoperância durante todo o período de transição, decorrente do golpe de Estado de 12 de abril de 2012, e que durou pouco mais de dois anos.
Por: Filomeno Sambú





















