GUINÉ-BISSAU DEVE VALORIZAR O SETOR AGRÁRIO E CONTRIBUIR PARA DINAMIZAR A ECONOMIA – diz ministro da indústria 

O Ministro da Indústria, Transformação e Promoção dos Produtos Locais, Florentino Fernando Dias, defendeu na quarta-feira, 01 de outubro de 2025, que a Guiné-Bissau, devido ao seu elevado potencial no setor agrário e com efeito a sua vasta gama de produtos, deve apostar na valorização destes, agregando valores e contribuindo para dinamizar a economia nacional.

Para Florentino Dias, essa aposta deve ser rigorosa e direcionada a essas áreas para que possa ter um impacto direto na elevação da taxa de emprego da população e na melhoria da qualidade de vida do povo.

Florentino Dias fez essa  observação na sua mensagem alusiva à celebração do mês de outubro, mês de consumo, realizada no Palácio do Governo, em Bissau.

O governante defendeu que as políticas públicas devem ser alargadas a toda a cadeia do campo, às mesas dos guineenses para garantir que os produtores e os consumidores beneficiem delas, como também primar por parcerias, colaborações quer com os atores públicos, quer os privados.

Anunciou, na sua mensagem, que os produtos nacionais serão promovidos e valorizados, com identificação de zonas de maior produção e centros de consumo, como também identificação de vias de escoamento prioritárias, criação de centros de troca com infraestruturas de apoio, sobretudo na conservação.

Florentino Dias assegurou, neste particular, que a dimensão de qualidade vai estar no centro das políticas públicas, que vai ganhar corpo com a projetada criação do Instituto Nacional de Qualidade e Meteorologia que facilitará a observação das normas técnicas, universalmente aceites, com uma visão estruturada, alinhada com a estratégia nacional de desenvolvimento com os instrumentos orientadores da sub-região e da África, onde os produtos nacionais terão o seu devido e merecido espaço.

“Lanço um convite a todos a darem uma atenção especial aos produtos locais. Olhar para cada mandioca, batata, inhame, pepino, fole, veludo, manga e cajú como uma oportunidade de fazer bem à saúde em cada obra ou produto de “Tchom”, uma riqueza partilhada com irmãos. Vamos apostar no nosso bem-estar e apostar nos produtos da nossa terra que combinam com a natureza, beleza e transformar o país”, enfatizou.

Por: Aguinaldo Ampa

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