A responsável pelo pilar de Saúde e Bem-Estar da Fundação For Women By Women (FWBW), Elise Bidault, afirmou que o principal objetivo da organização é impulsionar o crescimento do empreendedorismo feminino na Guiné-Bissau.
Elise Bidault falava esta quinta-feira, 23 de abril de 2026, durante o lançamento do programa She Rises – Ela Ergue-se.
No seu discurso, defendeu que, no atual contexto mundial, é impossível fazer negócios sem o uso das ferramentas digitais, sublinhando que as mulheres precisam compreender as oportunidades oferecidas pelas redes sociais e saber como utilizá-las para fortalecer e expandir os seus negócios.
A responsável revelou ainda que a fundação já realizou várias atividades em Bissau e que a aposta agora passa por alargar a sua base de intervenção às regiões. Em 2025, a FWBW desenvolveu ações em Bafatá e promoveu vários djumbais sobre saúde e bem-estar, em parceria com outras organizações, nomeadamente em Farim e Bissorã.
“É importante que continuemos a realizar estas atividades com diferentes públicos. Precisamos de alargar o nosso alcance, e por isso temos promovido djumbais. Temos muitas ideias para colocar em prática”, enfatizou.
A Fundação For Women By Women (FWBW) dedica-se à promoção da educação prática, mentoria, reforço de competências e criação de oportunidades para mulheres e jovens na Guiné-Bissau.
Sobre essa missão, Elise Bidault destacou que, nesta fase, o foco principal tem sido o trabalho com mulheres, apontando como um dos desafios a maior inclusão dos homens nas atividades desenvolvidas pela fundação.
Ao longo do programa She Rises – Ela Ergue-se, que decorre até 29 de abril, serão promovidos conteúdos e espaços de reflexão sobre liderança feminina, capacitação económica, empreendedorismo, competências digitais e o papel das mulheres na cadeia de valor da castanha de caju na Guiné-Bissau.
A iniciativa é desenvolvida em parceria com a WEECAP, um projeto da Fundação Mastercard, e enquadra-se num esforço mais amplo de promoção de oportunidades económicas na cadeia de valor do caju, com especial enfoque na inclusão e no potencial transformador das mulheres.
Por: Natcha Mário M’bundé





















